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Angola: p’ra que nos serve o nosso bilhete de identidade?

Washington D.C- Atingimos  a  exaustão de todos nossos recursos de comunicação social: o ponto beneficial  aos «instigadores» da restauração do funcionalismo cívico e ordeiro de todas nossas estruturas estatais? 

  • Ou optamos pelo uso do consenso e senso comum 
  • ou continuaremos a ser vistos como «alma amaldiçoada» incapaz de ultrapassar o processo de vitimização da guerra fria, germinante de potencias candidatos à guerra por procuração no nosso seio,  dilapidadoras do erario público … 

Não tenhamos ilusões … estamos a lidar com indivíduos que, outrora associados ao anterior regime,  foram capazes de se infiltrar dentro dos maiores aparelhos estatais e privados americanos e muitas outras estruturas laborais ocidentais, e serem abençoados pela elite chinêsa, Arábia Saudita, portuguêsa, russa, inglêsa,sul africana, brasileira, lebanesa,etc., todas ávidas pelo enriquecimento ilícito! 

A título de exemplo, o economista Alves da Rocha, Director do Centro de Estudos e Investigação Científica da Universidade Católica de Angola,quando afirmou que entre 2002 e 2014 a nossa receita de exportação petrolífera alcançou $461,8 mil milhões e os fundos fiscais provenientes desse producto totalizaram cerca de $285 bilhões, enquanto que os investimentos públicos perfizeram apenas 93,5 bilhões de dólares…Equivalendo dizer que num período de 12 anos o regime de José Eduardo dos Santos arrecadou cerca de 746.8 mil milhões de dólares da nossa comercialização do petróleo, invertindo apenas 93,5 bilhões desse montante na coisa pública…  

E o mais caricato aqui é o desaparecimento súbito de Xu Jinghua que, citado por Lucy Corkin- Uncovering African Agency: Angola’s Management of China’s Credit Lines, indica que os seus interesses no nosso mercado financeiro “não passava de uma fatia da sua grande torta de negócios de construção em Angola, que pode valer até US $ 30 bilhões.” 

Hoje,o princípio de luta contra a corrupção não se deve limitar somente na exposição universal dos « marimbondos- matreiros», mas dos seus testas-de-ferro …porque são pessoas que poderão ter as mãos cheias de sangue para poderem ocupar os seus actuais cargos… 

Agindo assim, não estaríamos atropelar os seus respectivos direitos humanos ou tão pouco fazer uma caça às bruxas anticorrupção, como se tem propalado ultimamente nas redes sociais. 

Mera coincidência a intensão de Isabel dos Santos financiar grupos de oposição ao governo?! 

Ora bem… se permitirmos espíritos desalmados – potencias candidatos à guerra por procuração – nos ditarem as suas ulteriores intenções: p’ra que nos serve então o nosso bilhete de identidade? 

Prof. Kiluange ( Serafim de Oliveira)  

Washignton D.C  

Prof.kiluangenyc@yahoo.com 

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English version: freestyle translation -😊  

Angola: why do we need our national identification for? 

Have we reached the exhaustion of all our social communication resources: the beneficial point for the “instigators” of the restoration of the civic and orderly functionalism of all our state structures? 

Either we choose to use consensus and common sense or we will continue to be seen as a “cursed soul” unable to overcome the victimization process of the cold war, the germination of potential candidates for war by proxy in our society, dilapidating the public purse … 

Let us have no illusions … we are dealing with individuals who, once associated with the previous regime, were able to infiltrate the largest American state and private apparatus and many other Western labor structures, and be blessed by the Chinese elite, Saudi Arabia, Portuguese , Russian, English, South African, Brazilian, Lebanese, etc., all eager for illicit enrichment! 

And the most funny thing here is the sudden disappearance of Xu Jinghua, who, quoted by Lucy Corkin- Uncovering African Agency: Angola’s Management of China’s Credit Lines, indicates that his interests in our financial market “was just a slice of his big pie. construction business in Angola, which can be worth up to US $ 30 billion.” 

Today, the principle of the fight against corruption should not be limited to the universal exposure of the “master-crooks”, but of their straw men … because they are people who may have their hands full of blood in order to occupy their current positions … 

Is it a coincidence that Isabel dos Santos intends to finance groups opposed to the government?! 

Now … if we allow soulless spirits – potential candidates for proxy war – to dictate their ulterior intentions to us: what is our identity card for? 
 

 
Prof. Kiluange ( Serafim de Oliveira)  

Washignton D.C  

Prof.kiluangenyc@yahoo.com 

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Angola: A empresa Indra contratada pelo CNE nas eleições gerais de 2012 e 2017 está a ser investigada em Espanha.

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39º Edição do programa “7 dias de informação em Angola”,apresentado no dia 16/6/2017 por Serafim de Oliveira com análises e comentários de Carlos Lopes:
 
– Eduardo dos Santos Presidente Emérito um estatuto contestado na sociedade civil angolana.
– A empresa Indra contratada pelo CNE nas eleições gerais de 2012 e 2017 está a ser investigada em Espanha.
– Os projectos de investimento direto estrangeiro em Angola não passa de meras intenções e aguardam pelo desfecho das eleições gerais.
– As forças de segurança de Angola recebem mais de 300 milhões de USD e aumenta o número de refugiados da RDC nas Lundas.
Prof.kiluangenyc@yahoo.com. RAU – Rádio Angola Unida -Uma rádio ao serviço dos angolanos, que não têm voz em defesa dos Direitos Humanos e Combate a Corrupção, em prol de um Estado Democrático e de Direito, apostando no Desenvolvimento sustentável e na dignidade do povo soberano de Angola. Os programas da Rádio Angola Unida (RAU) são apresentados e produzidos em Washington D.C.

Escute aqui:

http://www.blogtalkradio.com/profkiluangenyc/2017/06/17/angola-indra-est-a-ser-investigada-em-espanha

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Angola: a mão sangrenta e encoberta do Comité de Acção do Partido reinante!

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Washington D.C –  Pouco se fala ou se escreve sobre os segredos envoltos nos “modos operatórios” do Comité de Acção do Partido no poder,o  MPLA.
 

Inicialmente criado no tempo de guerrilha para a mobilização e a conscienlização dos Angolanos na luta contra a colonização portuguesa –  sob a égide do Movimento Popular para a Libertação de Angola, hoje esse comité tornou-se na maior  máquina repressiva do nosso aparelho de Estado!

 
Ao contrário da Contra Inteligência Militar (GOISM) ou dos Serviços de Inteligência e Segurança do Estado (SINSE) , o Comité de Acção do Partido  (CAP) está enraizado em todas as esferas da nossa vida social –  para coerciva ou permissivamente  aplicar as ordens emanadas pela Casa Civil da Presidência da República, principalmente!
 
 
O domínio “questionável” sobre os princípios da maneira de pensar em geral, dos direitos e deveres do cidadão comum, proporciona-lhe oportunidades inigualáveis e incríveis de poder moldar arbitariamente quem quer que esteja sob sua custódia!
 
 
As simulações de crimes de homicídios virtuais,  ódios, passionais, vingativos, etc., cometidos  entre familiares ( parentesco por consanguinidade ou afinidade), através do envenenamento de  alimentos, medicamentos, líquidos (álcool, em particular), são métodos frequentemente usados por esse comité para  humiliar e aterrorizar o pensar diferente dentro da nossa própria sociedade.
 
 
Há também circuntâncias em que as víctimas são submetidas a um processo de doutrinação político-ideológica  com ênfase no compromisso de obediência total ao partido reinante e o seu líder máximo.
 
 
Os que ,por convicções fortes,  recusam a submeter-se à essa chantagem emocional – são remetidos a morte no silêncio…
 
 
Os rotulados de «personas non gratas» pelo regime de Eduardo dos Santos são – no geral! –  “imolados” de violências físicas cruéis e selváticas…
Mas, o maior perigo aqui é o recurso frequente  ao esquadrão da morte  ou grupo de choque que o CAP tem feito uso em todo nosso território nacional para silenciar e amaldiçoar a voz contrária ao regime no poder… E muita das suas víctimas contam-se actualmente em centenas de milhares desde Setembro de 1979.
 
 
Em Angola nada se faz por mera coincidência!, …e muitas das vezes até nos esquecemos que somos governados por uma criatura formada numa  Academia  Militar do Comitê de Segurança do Estado (KGB) da antiga União Soviética…
 
 
O Presidente da República para fazer vincar a sua autoridade, logo após a morte súbita de António Agostinho Neto, viu-se forçasomante obrigado a livrar-se de muitos dirigentes dentro do MPLA, Governo angolano ou membros da sociedade civil… E fê-lo, sobretudo, com o auxílio da mão sanguínea do “Comité de Acção do  seu próprio partido”!
 
 
Grande parte dos seus “acólitos” proveniente desse grupo passaram mais tarde a ser chamados  de “meninos do Futungo de Belas” … os tais ditos “indivíduos” que na flor da juventude cometeram  delitos das mais variadas índoles durante o 27 de Maio de 1977… e de daí por diante…
 
 
Eram, por assim dizer, naives ou  lumpens com autopercepções e aspirações muito além das suas próprias bagagens intelectuais e “background acadêmicos” – selecionados minuciosamente pela Presidência da República para mandar abater e abafar a idéa  contrária ao sistema político instalado dentro da nossa socieda, entregar os recados oficiais ou privados do presidente, tráficar diamantes, e lavagem de dinheiro, etc., em nome de José Eduardo dos Santos.
 
 
As suas respectivas ingenuidades eram tantas… a tal ponto de terem  causado sérios danos morais e físicos à membros  das suas próprias famílias, amigos directos, colegas de serviço, vizinhos, ou todos e quaisquer suspeitos…
 
 
Hoje, alguns desses algozes ocupam cargos de relevo na nossa Assembleia Nacional, estruturas estatais, partidária ou chefiam as nossas embaixadas e representações comercias nas maiores capitais ocidentais europeias, americanas, latinoaméricas.E outros ainda exercem funções dentro do nosso Ministério das Relações Exteriores…
 
 
Como essas malditas criaturas existem centenas e centenas com as mãos bem cheias de sangue,bem protegidas pelo aparelho de Estado angolano.
O CAP, por exemplo, continua a ter representatividade nas nossas maiores missões diplomáticas no estrangeiro, essencialmente, em  países com grande afluência da comunidade angolana…
 
 
Nos Estados Unidos esse comité conduz  campanha de desprestígio contra os oponentes angolanos ao regime de Dos Santos  aí residentes, feita por elementos associados à nossa embaixada em Washington D.C – e isso tem tido uma dimensão muito mais complexa, envolvendo identificação e isolamento do alvo,através de ataques pessoais sem fundamento e do assassínio de carácter quer a nível social ou professional do visado!
 
 
E, para a execução desse serviço utilizam-se mais angolanos funcionários do sector público ou privado americano…comprometidos moralmente com o regime de Eduardo dos Santos.
 
 
Como membro do Comité Central do MPLA, e antiga representante de Angola (Directora Executiva) no Banco Mundial em Washington D.C, Ana Afonso Dias Lourenço ocupava simultaneamente o cargo de coordenadora do Comité de
Acção do partido dos “camaradas nos Estados Unidos de América.
 
 
Em Portugal,segundo  oficias da nossa contra-inteligência, o embaixador angolano José Marcos Barrica chefia e supervisiona todas as acções do CAP, a partir do qual se originam  ameaças ou orquestradas tentativas contra as vidas de altas personalidades políticas, artistícas, académicas, civícas, religiosas angolanas,etc., que aí vivem..
 
 
No entanto, o mais repugnante é essa incrível  passividade deliberada e injustiça passiva que os membros do MPLA têm permitido  ao José Eduardo dos Santos  continuar com as táticas coercivas adoptadas durante o período da luta contra o colonialismo Português …e tudo isso em troca de enriquecimento ilícito? – assassinatos premeditados,raptos, estupros sexuais,corrupção política, açambarcamento  vergonhoso do erário público,graves abusos e violações dos direitos humanos,liberdade de imprensa,Constituição nacional,etc.
 
 
Usando dados da “adsoftheworld.com”,  a “bigthink.com” indica que existem 12.500 pacientes para cada médico em Angola. Enquanto que a Organização  Mundial da Saúde, no seu relatório de 2004, revela que só há 0.083%  quadros superiores de medicina  para uma densidade populacional composta de 1000 angolanos.
 
 
Contudo,Funcionários seniores da nossa secreta acreditam tamém que as operações gerais da CAP custam certa de 11% da fatia do nosso Orçamento Geral do Estado.
 
 
O Finacial Times divulgou em 3 de Outubro de 2016 que a Fundação Mo Ibrahim havia acusado os países africanos exportadores de petróleo (incluindo Angola, claro está!) de “desperdiçaram uma década de oportunidades económicas”, mostrando assim “quão pouco progresso fizeram em suas fortunas fora do desmame do petróleo”.
 
 
Essa instituição recorda ainda que num período de dez anos esses países só investiram 2,9% dos lucros obtidos na comercialização do “ouro negro” para a diversificação das suas respectivas economias!
 
 
Entretanto, o economista Alves da Rocha, Director do Centro de Estudos e Investigação Científica da Universidade Católica de Angola, afirmou recentemente que entre 2002 e 2014 a nossa receita de exportação de petróleo alcançou $461,8 mil milhões e os fundos fiscais provenientes do petróleo somaram cerca de $285 bilhões, enquanto que os investimentos públicos só totalizaram 93,5 bilhões de dólares…
 
 
O que significa a dizer que num período de 12 anos o regime de José Eduardo dos Santos arrecadou cerca de 746.8 mil milhões de dólares da nossa comercialização petrolífera, investindo apenas 93,5 bilhões desse montante na coisa pública.
 
 
Assim, os nossos diamantes de sangue e o petróleo amaldiçoado de Cabinda, principalmente, servem de fontes de financiamento às actividades coercitivas do regime de José Eduardo dos Santos contra cidadãos pacatos e indefesos…
É má fé ,falta de ética e inaceitável que hoje  o número de médicos per capita seja 50 vezes inferior à quantidade de operativos ao serviço do Comité de Acção do Partido (MPLA)…
 
 
Isso em si espelha não só o nível de desgovernação e disfuncionalismo público nacional, mas também demonstra as proporçõ es seriamente alarmante que o índice da cultura de impunidade e onda de violência alcançaram na nossa sociedade.
 
 
É arriscado condicionarmos a democratização de Angola na esperança de que essa iniciativa saia no seio do próprio MPLA…
Seria de igual modo um suicídio fatal acreditarmos que criminosos de colarinho branco… venham salvar-nos das maldições por si criadas, principalmente, quando estão em melhores condições de ditarem o nosso destino económico,político e militar…
 
 
A melhor forma de pararmos o derrame de sangue silencioso entre nós seria pedirmos conta ao “indivíduo que nos governa”, exigindo-lhe que se sente connosco sem pré-condições algumas!… e, aí então …poríamos todas as cartas na mesa, e …veríamos quem afinal de contas detem o poder entre nós!
 
 
Prof.N’gola Kiluange ( Serafim de Oliveira)
Washington D.C
Prof.Kiluangenyc@yahoo.com
 
Dados bibliográficos:
 
1.) http://bigthink.com/strange-maps/185-the-patients-per-doctor-map-of-the-world
Número de médicos disponíveis para “X” percentagem de pacientes.
 
2.) http://apps.who.int/gho/data/node.main.A1444
Organização Mundial de Saude– relatório de 2004
 
3.)African oil exporters wasted economic opportunity, study claims
https://www.ft.com/content/e3e3dc00-893f-11e6-8aa5-f79f5696c731
 

Access to Natural Resources and Begging

By Serafim de Oliveira

Washington D.C — “Begging” and accessing natural resources serve as manipulative psychological tools for those in positions of economic, military, political, and social power to maintain the status quo. 

In essence, these practices oppose the exercise of citizenship through public policies and norms, such as the right to life, the principle of equality before the law, the freedom of opinion and expression, communication and information, and democratic participation in public policy decisions. 

Misinterpretations of everyday reality

Nevertheless, the new elite allied with the current party leadership  continues to repeat past political mistakes by using  misinterpretations of consensus realities and bitter attitudes 

The  intergenerational class often occludes their mistakes through an obsession with illicit wealth gained via repressive state policies and the marginalization of diverse ideas in society. We feel their influence daily.

Denial of Natural Resources on a Systematic Basis

However, these policies of security and exclusion are of great  danger when they include  the systematic denial of access to natural resources by the main intervening actors and  that many of them must beg. 

Their objections, plus those of other interested parties, should provide a compass for the coming to a reasonable and mutually beneficial agreement. As a result, we will remove frequent threats to our coexistence and social peace from excessive and abusive social marginalization. Moreover, the government could use the funds spent on methods of repression  to prioritize social projects in rural and urban areas for the underprivileged. 

Managing public affairs

Citizens have the right to ask how the central government intends to allocate and use funds derived from contracts signed with private entities or state counterparts, oil revenue, diamonds, and other natural resources. In addition, the availability of a mechanism for exchanging information on profits, income, and capital losses encourages new values and responsible social behavior.

National Debt versus Chinese Presence

The Chinese presence in our country is difficult to hide and one of the most significant foreign forces that control natural resources, labor, public debt, and access to our natural resources, financial systems, and other services. An  urgent need exists to encourage a broad and open public debate on this topic, which includes general contractual clauses, the legal status of Chinese employees, and the creation of credible mechanisms to protect our respective interests over the long run.

A few individuals and the interests of a few parties cannot dictate decisions regarding preferences or protections from outside political influences, especially when economic and social security, civil rights, and political participation are concerned.

Serafim de Oliveira

Serafim_deoliveira@yahoo.com

Washington D.C 

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Angola: “instrumentalização” repressiva da mendicidade vs. acesso aos recursos naturais e repartição dos benefícios

Angola Transparency

Angola: “instrumentalização” repressiva da mendicidade vs. acesso aos recursos naturais e repartição dos benefícios

Por Serafim de Oliveira

Mendicidade e Acesso aos Recursos Naturais

Washington D.C — Os conceitos “mendicidade e acesso aos recursos naturais” servem de instrumentos de manipulação psicológica aos detentores do nosso poder económico, militar, político e social como forma de manutenção do status quo.

Essas práticas desleais e constantes são transversais a toda privatização do exercício da cidadania nacional, em particular o direito à vida,princípio da igualdade perante a lei,liberdade de opinião e de expressão,comunicação e informação,participação democrática na discussão de políticas públicas,etc.

Más Interpretações das realidades quotidianas

No entanto, as más interpretações das nossas realidades quotidianas e antigas experiências amargas parecem estar a forçar a nova elite vinculada à atual liderança partidária a repetir continuamente os erros políticos do passado.

Se tais erros são ofuscados pelas frequentes obsessões da classe intergeracional ao enriquecimento ilícito, incluindo…

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Angola: ilações do vandalismo vs. responsáveis morais

Escute aqui:

https://www.blogtalkradio.com/profkiluangenyc/2022/01/13/angola-julgamentos-sumrios-vs-ilaes-polticas-1

  • Analistas angolanos dizem que o presidente João Lourenço revela falta de virtudes de um líder reconciliador. Os comentários surgem depois de Lourenço ter concedido uma entrevista selectiva, na qual, dizem, perdeu uma soberana oportunidade para galvanizar os angolanos, que se encontram numa situação de desespero, devido à fome que afecta milhares de pessoas. Na referida entrevista, João Lourenço reafirmou a realização das eleições gerais em Agosto deste ano e criticou a postura dos partidos na oposição e, mais uma vez, revelou que não morre de amores por Adalberto Costa Júnior, o líder do maior partido na oposição.Ele definiu a diversificação da economia e a promoção do emprego, como principais eixos da sua governação, no último ano deste primeiro mandato, levando os analistas a concluir que o combate à corrupção fica no segundo plano. Lourenço considerou “uma vergonha” o facto de empresários não terem conseguido, ainda, reunir, condições para acederem a uma linha de crédito de mil milhões de euros, aberta no Deutshe Bank, há três anos, estando apenas uma pequena parcela desta já consumida. O economista Carlos Rosado de Carvalho critica o formato da entrevista e lamenta que os jornalistas seleccionados não tenham tido a oportunidade para rebater as questões levantadas pelo presidente.E o analista politico Olívio Kilumbo diz que João Lourenço “perdeu a luta de combate à corrupção”.
  • O general angolano, Leopoldino Fragoso do Nascimento (Dino) deixou de ser acionista da Puma Energy, empresa de distribuição de combustíveis que é detida maioritariamente pela Trafigura. O general Dino, um indefetível do antigo presidente, José Eduardo dos Santos, tomou esta opção depois de ter visto as suas contas congeladas pelas autoridades norte-americanas. Os EUA classificaram Dino e também o general Manuel Hélder Vieira Dias (Kopelipa) como “ex-funcionários do governo que roubaram milhares de milhões de dólares do governo angolano por meio de peculato”. A transação foi efetuada através da Cochan, a holding onde o general Dino concentra as suas participações empresariais. Com a venda de 3% do capital, Leopoldino Fragoso do Nascimento deixa de ter qualquer ligação à Puma Energy. O valor do negócio não foi revelado. Com esta saída, a Trafigura passou a deter 96,6% das ações da Puma Energy. Já este mês, o general Dino tinha renunciado ao cargo de vice-presidente da mesa da assembleia-geral da Unitel, de forma a proteger a operadora de telecomunicações angolana dos efeitos adversos que resultam das sanções que lhe foram impostas pelos Estados Unidos. O general Dino controla 25% do capital da Unitel através da empresa Geni. Leopoldino Fragoso do Nascimento chegou mesmo a ser acionista da Trafigura, muitinacional com sede em Singapura que comprou a sua participação por 390 milhões de dólares. O negócio tornou-se público em setembro deste ano. Na altura, foi noticiado que o general possuía 15% da Trafigura, tendo apenas ficado com uma posição residual.
  • Sede de um comité do MPLA e um autocarro incendiados no início de uma greve de taxistas que dizem não ter nada a ver com os distúrbios. A Polícia Nacional (PN) de Angola informou ter detido nesta segunda-feira, 10, na zona do Benfica, em Luanda, 17 pessoas durante actos que classificou de “arruaça e vandalismo” e nos quais foram incendiados a sede de um comité de acção do MPLA, partido no poder, e um autocarro. O porta-voz da PN, NestorGoubel, disse que “os autores estão já devidamente catalogados e com autos feitos para serem encaminhados ao Ministério Público para o julgamento sumário” e e entre eles estão “o autor moral das acções de vandalismo do Comité de Acção do MPLA no Benfica, do autocarro que foi queimado e da tentativa de homicídio do jornalista da Palanca TV”. Citado pela Televisão Pública de Angola, Goubel reconheceu que a a greve é um direito constitucional, mas “os actos que configuram ilícitos penais como os que aconteceram são crimes”. Os distúrbios aconteceram no bairro de Benfica, na capital angolana, no dia em que taxistas em todo o país tinham previsto uma greve geral, que, entretanto, foi suspensa em algumas províncias. Em Luanda, segundo o presidente da Associação Nova Aliança dos Taxistas de Angola (ANATA), Francisco Paciente, a greve mantém-se, mas os organizadores demarcaram-se dos actos de vandalização e arruaça, citados pela PN. Paciente acusa as autoridades “de forjar indivíduos para se fazer passar por associações, quando elas sabem quem são os verdadeiros responsáveis e promotores”. Em declarações à imprensa, Paciente ainda acrescentou que os órgãos de imprensa pública estão a contactar “pequenos empresários do sector dos transportes privados, para se fazer passar como líder das associações, a desconvocar a paralisação e deu no que deu porque os taxistas ficaram mais furiosos ainda”. Jornalistas da TV Zimbo e da TV Palanca que estavam no local para cobrir a greve foram alvo de ataques.
  • Advogado diz que a Polícia Nacional não conseguir apresentar provas. O Tribunal da Comarca de Luanda, em Angola, retoma nesta quarta-feira, 12, o julgamento de 22 dos 33 taxistas detidos na segunda-feira, na sequência dos distúrbios no bairro Benfica, em Luanda, que terminaram em fogo posto na sede do comité distrital do MPLA e num autocarro do Ministério da Saúde. O advogado de defesa dos taxistas disse à VOA que 11 deles foram colocados em liberdade depois de os agentes da polícia não terem conseguido provar o seu envolvimento na vandalização dos bens públicos e privados. “No auto, consta a acusação de vandalização de uma ambulância, enquanto a polícia fala em tentativa de invasão de uma esquadra”, explicou Laurindo Sahana Wandakeya. “Num crime de valorização é importante que cada actuante pessoalize o que cada detido fez e quando não consegue indicar a acusação não faz sentido”, acrescentou o advogado que pediu alibertação de todos os detidos. “Não quero me pronunciar se o julgamento é politico ou não, mas devo dizer que estamos aqui para defender a justiça, por isso apelamos que todos os envolvidos seja postos em liberdade”, concluiu. Os distúrbios e as acusações. Recorde-se que as associações de taxistas já suspenderam a greve e denunciaram a prisão de 100 dos seus membros, que se encontram em diversas cadeias de Luanda. Na segunda-feira, 10, no início da greve, cidadãos revoltados com a falta de táxi, atearam fogo na sede do comité do distrito do MPLA no bairro Benfica e num autocarro do Ministério da Saúde, que ficou completamente destruído. A polícia informou ter detido 17 pessoas e o secretário provincial do MPLA, Bento Bento, pediu esclarecimentos à UNITA por, segundo ele, “haver pessoas com a indumentárias” daquele partido entre os atacantes. Em resposta, o secretário provincial da UNITA, Nelito Ekuikui, condenou o acto e, sobre a acusação da MPLA, diz que tudo aponta ter sido “uma cabala política do regime para incriminar o partido” do galo negro. Os taxistas reclamam a perseguição policial, violação dos direitos económicos e sociais, discriminação no cumprimento do decreto sobre o estado de calamidade pública entre táxis e autocarros, falta de profissionalização da actividade e da carteira profissional e a exclusão dos taxistas nas políticas públicas.
  • Dizem que corrupção está instalada no sistema de poder em Angola. O CEDESA, um centro dedicado ao estudo e investigação de temas políticos e económicos da África Austral, em especial de Angola, sugere a criação de uma polícia anti-corrupção na magistratura angolana com forma de combater o fenómeno, mas analistas angolanos pensam que o problema não passa por aí. A proposta está num recente estudo daquele instituto sobre reformas da justiça angolana, no qual defende a entrega da gestão da justiça “a um instituto autónomo e com gestão transparente da administração da justiça, que geriria as receitas orçamentais, as receitas do combate contra a corrupção e poderia ter receitas próprias ligadas às atividades da justiça”. Para o jurista Manuel Kangundo, a corrupção no país está enraizada no topo da cadeia, “gira à volta do Palácio Presidencial, o epicentro da corrupção está na Presidência, os actos do próprio Presidente fomentam a corrupção, pode-se criar polícias e mais órgãos não vai resolver”. Para ele, o país “precisa de gente comprometida de facto com o combate à corrupção, com vontade política, o Presidente da República se quiser de facto combater a corrupção, que comece por alterar a declaração pública de bens, ao invés de se lacrar como a lei de probidade”. Para aquele jurista, “se houvesse declaração aberta de bens, nós saberíamos logo quem rouba ou não, mas isso seria um perigo para o próprio Presidente porque implicaria ruptura com ele próprio e com o seu partido”. Ainda segundo Manuel Kangundo, a Procuradoria Geral da República (PGR), o órgão encarregue de investigar, “está amarrada porque a lei orgânica da PGR prevê que a mesma seja orientada pelo Presidente da República, logo a PGR só instaura ou arquiva processos orientados pelo Presidente”, facto que, para ele, “para algumas pessoas Isabel (dos Santos), (José Filomeno dos Santos), Zenu, há combate mas quando falamos de Manuel Vicente, Edeltrudes Costa, aí já não há luta contra corrupção”. Por seu lado, o também jurista Pedro Caparakata diz que nunca existiu luta contra a corrupção em Angola e que é um “absurdo criar-se uma polícia para combater algo que não há”. “O que há em Angola são actos de improbidade pública, peculato e por aí, mas estes actos por si só não levam a nenhum enriquecimento, os que enriquecem usam o Estado para tal nada tem a ver com corrupção. Aqui ninguém combate nada, é tudo política para se sustentar no poder, a dada altura perguntam o que o povo quer ouvir? Querem ouvir palavra corrupção, então fala-se de combate a corrupção e pronto”, afirma. A proposta da CEDESA de uma Polícia Anticorrupção na Magistratura, dependente da Assembleia Nacional, deveria funcionar “por sete anos, com poderes de investigação dos magistrados judiciais limitados a situações de corrupção” e teria um mandato muito restrito “para evitar acusações de interferência”.
  • Empregados dizem que confinamento pode durar até três meses e revelam quartos para até sete pessoas. A empresa de construção civil chinesa China Road And Corpuration, através da sucursal Angola “CRBC”, determinou o confinamento obrigatório de mais de 300 funcionários, entre operários, administrativos e cozinheiros, no seu estaleiro em Cambaxe, em Malanje, para evitar contaminações da Covid-19. Mas alguns empregados que não aceitaram o confinamento nem as condições das instalações, com até sete pessoas num mesmo quarto, foram despedidos. Uma fonte independente disse à VOA que cinco funcionários da CRBC estavam infectados pelo novo coronavírus, informação não confirmada por responsáveis da empresa que está a asfaltar troços da estrada nacional 230 entre Malanje e Mucari. A medida de confinamento que deve durar três ou mais meses, segundo algumas ontes, levou a empresa a rescindir os contratos de trabalho com alguns funcionários, na contramão do decreto presidencial sobre o estado de calamidade pública. “O confinamento no estaleiro é para não parar as obras”, justificou uma outra fonte da construtora sem gravar entrevista. Maria da Conceição Manuel Agostinho, de 52 anos de idade, foi obrigada a abandonar o emprego depois de oito meses. “Os chefes disseram que tínhamos que ficar lá de quarentena, ninguém pode ir à casa durante três meses, eu como tenho responsabilidade com os miúdos que não podem ficar sozinhos, eles me deram o fim do contrato, mandaram-nos ir para a casa”, lamentou Agostinho, acrescentado “não há condições nenhumas, [no estaleiro]”. “Num quarto vão dormir 4, 5 ou 6 pessoas. Nós as meninas somos 7, era para nos meter todas num quarto só, então nós negamos aquelas condições, não tem condições nenhumas, mesmo aí”, denunciou aquela antiga trabalhadora. Maria Clara, outra cozinheira despedida, diz haver casos de Covid-19 entre os funcionários albergados no estaleiro há já algum tempo. “Segundo [a direcção d´] os recursos humanos há colegas que estão infectados pela Covid-19 e também alguns chineses que têm esse problema. Alguns (três) já foram já foram para Luanda e os outros estão no estaleiro”, revelou Maria Clara. A maioria dos trabalhadores até ao momento despedidos da CRBC recebeu uma indemnização de dois meses de salário básico, correspondentes a 27 mil kwanzas, mais 50 por cento deste valor, num um total de 67.500, “montante irrisório para quem deve continuar à vida”, segundo as nossas fontes.
  • C erca de 20 mil pessoas, das províncias da Huíla, Namibe, Cuando Cubango e Cunene fugiram para o país vizinho. O Governo de Angola deu início à execução de um plano para fazer regressar os seus cidadãos que fugiram para a vizinha Namíbia por causa da fome. Estima-se que perto de 20 mil pessoas, das províncias da Huíla, Namibe, Cuando Cubango e Cunene tenham fugido da fome para o país vizinho. O plano, que começou a ser executado na semana passada, está a ser coordenado pela Casa Militar do Presidente da República. Ele já permitiu o reassentamento de 1.282 cidadãos na localidade do Caluheque, na província do Cunene. O ministro de Estado e chefe da Casa Militar, Francisco Furtado, disse que o Governo está a fazer de tudo para que este reassentamento decorra dentro das mínimas condições. “Estão a ser instalados aqui neste centro um total de 450 tendas para mantermos essa população. Em menos de 10 dias fez-se 10 furos de água. Temos cerca de 20 mil litros de água por hora. Vai criar as condições para que esta população se adapte a produzir num campo de dez hectares”. De acordo com o governante, o processo de reassentamento não possui tempo determinado. “Esta população que aqui está é uma base para começar a resolver o problema de forma sustentável. Nas condições em que estão, mandarmos para os municípios e comunas de onde saíram antes de ir à Namíbia, em pouco tempo voltarão à Namíbia porque vão encontrar outra capacidade e outras respostas às necessidades existentes”, acrescentou.

Prof.kiluangenyc@yahoo.com. RAU – Rádio Angola Unida -Uma rádio ao serviço dos angolanos, que não têm voz em defesa dos Direitos Humanos e Combate a Corrupção, em prol de um Estado Democrático e de Direito, apostando no Desenvolvimento sustentável e na dignidade do povo soberano de Angola.

Angola: “instrumentalização” repressiva da mendicidade vs. acesso aos recursos naturais e repartição dos benefícios

Angola: “instrumentalização” repressiva da mendicidade vs. acesso aos recursos naturais e repartição dos benefícios

Por Serafim de Oliveira

Mendicidade e Acesso aos Recursos Naturais

Washington D.C — Os conceitos “mendicidade e acesso aos recursos naturais” servem de instrumentos de manipulação psicológica aos detentores do nosso poder económico, militar, político e social como forma de manutenção do status quo.

Essas práticas desleais e constantes são  transversais a toda privatização do exercício da cidadania nacional, em particular o direito à vida,princípio da igualdade perante a lei,liberdade de opinião e de expressão,comunicação e informação,participação democrática na discussão de políticas públicas,etc.

Más Interpretações das realidades quotidianas

No entanto, as más interpretações das nossas realidades quotidianas e antigas experiências amargas parecem estar a  forçar a nova elite vinculada à atual liderança partidária a repetir continuamente os erros políticos do passado.

Se tais erros são ofuscados pelas frequentes obsessões da classe intergeracional ao enriquecimento ilícito, incluindo a adoção de políticas estatais repressivas e marginalização social constante do pensar diferente — os resultados, vemo-los nós todos os santos dias.

Negação Sistemática de Acesso aos Recursos Naturais

Mas, o maior perigo dessas políticas securitárias e exclusões compulsivas reside não só na negação sistemática do acesso dos principais actores intervenientes aos nossos recursos naturais, mas também no índice de mendicidade a que muitos dos quais têm sido submetidos.

As suas contestações e dos demais interessados deveriam servir de bússola para o desfecho de um acordo de entendimento comum benéfico para todas as partes. E agindo assim, estar-se-ia a afastar frequentes ameaças à nossa convivência e paz social, resultantes das excessivas e abusivas marginalizações sociais. Poder-se-ia também canalizar os fundos gastos nos métodos de repressão para projetos sociais prioritários em zonas urbanas ou rurais desfavorecidas.

Gestão da Coisa Pública

É legítimo, por exemplo, que, no pleno exercício dos seus direitos cívicos, os cidadãos comuns questionem como o governo central pretende aplicar e usar os fundos oriundos de contratos firmados com entidades privadas ou congêneres estatais, receitas petrolíferas, diamantíferas e outros recursos minerais. A eficácia de um mecanismo de troca de informações sobre os lucros, rendimentos e perdas de capital do erário público promove novos valores e comportamento social.

Presença Chinesa vs. Dívida Nacional

De igual modo, é quase impossível ocultar a presença chinesa no nosso país, enquanto uma das maiores forças estrangeiras detentoras de meios de produção, mão-de-obra, dívida nacional,etc, sobretudo na equação de acesso aos nossos recursos naturais, financeiros,serviços públicos,etc. Urge,assim, a promoção de um debate público aberto e amplo sobre esta temática, que abrange, essencialmente, a divulgação das cláusulas contratuais gerais dos contratos, estatuto jurídico da força de trabalho chinesa, criação de mecanismos credíveis para a salvaguarda dos nossos respectivos interesses a curto e longo prazo. 

Os interesses de alguns partidos e de alguns indivíduos não podem ditar as decisões sobre preferências ou proteções de influências políticas externas, especialmente quando se trata de segurança económica e social, direitos civis e participação política.

Serafim de Oliveira

Serafim_deoliveira@yahoo.com

Washington D.C

Access to Natural Resources and Begging

By Serafim de Oliveira

Washington D.C — “Begging” and accessing natural resources serve as manipulative psychological tools for those in positions of economic, military, political, and social power to maintain the status quo. 

In essence, these practices oppose the exercise of citizenship through public policies and norms, such as the right to life, the principle of equality before the law, the freedom of opinion and expression, communication and information, and democratic participation in public policy decisions. 

Misinterpretations of everyday reality

Nevertheless, the new elite allied with the current party leadership  continues to repeat past political mistakes by using  misinterpretations of consensus realities and bitter attitudes 

The  intergenerational class often occludes their mistakes through an obsession with illicit wealth gained via repressive state policies and the marginalization of diverse ideas in society. We feel their influence daily.

Denial of Natural Resources on a Systematic Basis

However, these policies of security and exclusion are of great  danger when they include  the systematic denial of access to natural resources by the main intervening actors and  that many of them must beg. 

Their objections, plus those of other interested parties, should provide a compass for the coming to a reasonable and mutually beneficial agreement. As a result, we will remove frequent threats to our coexistence and social peace from excessive and abusive social marginalization. Moreover, the government could use the funds spent on methods of repression  to prioritize social projects in rural and urban areas for the underprivileged. 

Managing public affairs

Citizens have the right to ask how the central government intends to allocate and use funds derived from contracts signed with private entities or state counterparts, oil revenue, diamonds, and other natural resources. In addition, the availability of a mechanism for exchanging information on profits, income, and capital losses encourages new values and responsible social behavior.

National Debt versus Chinese Presence

The Chinese presence in our country is difficult to hide and one of the most significant foreign forces that control natural resources, labor, public debt, and access to our natural resources, financial systems, and other services. An  urgent need exists to encourage a broad and open public debate on this topic, which includes general contractual clauses, the legal status of Chinese employees, and the creation of credible mechanisms to protect our respective interests over the long run.

A few individuals and the interests of a few parties cannot dictate decisions regarding preferences or protections from outside political influences, especially when economic and social security, civil rights, and political participation are concerned.

Serafim de Oliveira

Serafim_deoliveira@yahoo.com

Washington D.C 

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Angola: terá o MPLA o senso de integridade moral de transladar os restos mortais de Viriato da Cruz para o país?

Angola Transparency

Angola: terá o MPLA o senso de integridade moral de transladar os restos mortais de Viriato da Cruz para o país?

Washington D.C —A história está a repetir-se? Reflectindo sobre as nossas actuais circunstâncias…“o colonialismo inoculou, pois, em todo o organismo de Angola, o micróbio da ruína, do ódio, do atraso, da miséria, do obscurantismo, da reacção. O caminho em que nos vêm obrigando a seguir é, portanto, absolutamente contrário aos supremos interesses do povo angolano: aos da nossa sobrevivência, da nossa liberdade, do rápido e livre progresso económico, da nossa felicidade, de pão, terra, paz e cultura para todos” (…), em manifesto político do MPLA (1956), Viriato da Cruz.

file:///C:/Users/cazen/AppData/Local/Temp/MicrosoftEdgeDownloads/29b193ac-32a7-4bcf-8c7d-5f3c9c66eb59/Viriato_da_Cruz_O_Nacionalista_e_Poeta_a.pdf

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Angola: will the MPLA have the sense of moral integrity to transfer the remains of Viriato da Cruz to the country?

Is history repeating itself? In light of our current circumstances, “colonialism has inoculated the entire organism with…

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Angola: terá o MPLA o senso de integridade moral de transladar os restos mortais de Viriato da Cruz para o país?

Angola: terá o MPLA o senso de integridade moral de transladar os restos mortais de Viriato da Cruz para o país?

Washington D.C —A história está a repetir-se? Reflectindo sobre as nossas actuais circunstâncias…“o colonialismo inoculou, pois, em todo o organismo de Angola, o micróbio da ruína, do ódio, do atraso, da miséria, do obscurantismo, da reacção. O caminho em que nos vêm obrigando a seguir é, portanto, absolutamente contrário aos supremos interesses do povo angolano: aos da nossa sobrevivência, da nossa liberdade, do rápido e livre progresso económico, da nossa felicidade, de pão, terra, paz e cultura para todos” (…), em manifesto político do MPLA (1956), Viriato da Cruz.

file:///C:/Users/cazen/AppData/Local/Temp/MicrosoftEdgeDownloads/29b193ac-32a7-4bcf-8c7d-5f3c9c66eb59/Viriato_da_Cruz_O_Nacionalista_e_Poeta_a.pdf

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Angola: will the MPLA have the sense of moral integrity to transfer the remains of Viriato da Cruz to the country?

Is history repeating itself? In light of our current circumstances, “colonialism has inoculated the entire organism with the microbe of ruin, hatred, backwardness, misery, obscurantism, and reaction. Therefore, the path being pushed on us is in complete contradiction to the supreme interests of the Angolan people: those of our survival, freedom, rapid and free economic progress, happiness, bread, land, peace, and culture for all” (…), in MPLA political manifesto (1956), Viriato da Cruz

Prof. N’gola Kiluange ( Serafim de Oliveira)

Washington D.C

Prof.kiluangenyc@yahoo.com

Angola: morosidade deliberada da Procuradoria-Geral da República vs. poder económico invisível dos marimbondo e a impunidade política…era uma vez!

Escute aqui: https://www.blogtalkradio.com/profkiluangenyc/2021/12/30/angola-lei-eleitoral-vs-comisso-nacional-de-eleies

Washington D.C – Rádio Angola Unida (RAU) – 245ª Edição do programa “7 dias de informação em Angola, apresentado no dia 30/12/, por Serafim de Oliveira com análises e comentários de Carlos Lopes:

  • Em Angola, a Omunga questiona a transparência do concurso público para a gestão da Reserva Estratégica Alimentar entregue a uma empresa “duvidosa”, a GESCESTA. A ONG diz que o erário público vai beneficiar uma minoria. O Governo angolano lançou a Reserva Estratégica Alimentar que visa regular o mercado e influenciar a baixa de preços dos produtos alimentares essenciais que integram a cesta básica. A gestão do programa foi entregue à empresa GESCESTA, pertencente ao grupo Gemcorp, que já foi alvo de investigação por práticas pouco transparentes e que terão lesado o Estado angolano. O Governo angolano espera que os preços dos principais produtos da cesta básica reduzam em até 5% para o consumidor final com o inícioda operacionalização da Reserva Estratégica Alimentar (REA), que integra 11 produtos alimentares essenciais. João Malavindele, coordenador da Organização Não Governamental (ONG ) Omunga, defende que se trata de mais um caso que um grupo irá beneficiar do erário público.
  • O Fundo do Ambiente angolano vai ser transformado em Fundo da Cultura, Turismo e Ambiente para fomentar a atividade turística, sobretudo o turismo interno, apoiar associações ambientais e artistas em dificuldades sociais, anunciou hoje o ministro do setor. Segundo o ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Filipe Zau, estão em curso trabalhos visando a “reforma do Fundo do Ambiente com vista à sua transformação em Fundo da Cultura, Turismo e Ambiente, bem como a criação de equipas de trabalho visando o estudo sobre a situação social dos artistas”. “O apoio a associações ambientais, bem como no fomento à atividade turística com primazia para o turismo interno, tendo em conta o contexto atual da pandemia causada pela covid-19, que nos obriga a medidas de biossegurança e distanciamento físico”, afirmou o governante. Filipe Zau, que falava na cerimónia de cumprimentos de fim de ano do organismo que dirige, exortou também para a necessidade de uma “boa gestão do erário” e dos bens colocados ao serviço do ministério, reorganização e o funcionamento das diferentes áreas. Com base “nas disposições legais existentes, para se evitar a usurpação de competências e a insubordinação ou atos de indisciplina às normas e procedimentos estabelecidos”, pois “o futuro terá de ser de ‘compliance'”, defendeu. O ministro angolano recordou, na sua intervenção, as três áreas específicas do seu pelouro, referindo que “caso se crie uma área de interação entre as mesmas”, cultura, turismo e ambiente, “pode-se encontrar uma parte comum, caracterizada pela interdisciplinaridade”. A parte comum, explicou, criará a identidade que o “ministério procura e que será implementada através de projetos transversais às três áreas”, enquanto “a parte diversificada continuará a tratar de aspetos específicos a cada uma das áreas”. “Porém, estou em crer que será através dos projetos resultantes da intercessão entre as três áreas que poderá nascer uma parte relevante para a diversificação da nossa economia”, frisou.
  • O general angolano, Leopoldino Fragoso do Nascimento (Dino) deixou de ser acionista da Puma Energy, empresa de distribuição de combustíveis que é detida maioritariamente pela Trafigura. O general Dino, um indefetível do antigo presidente, José Eduardo dos Santos, tomou esta opção depois de ter visto as suas contas congeladas pelas autoridades norte-americanas. Os EUA classificaram Dino e também o general Manuel Hélder Vieira Dias (Kopelipa) como “ex-funcionários do governo que roubaram milhares de milhões de dólares do governo angolano por meio de peculato”. A transação foi efetuada através da Cochan, a holding onde o general Dino concentra as suas participações empresariais. Com a venda de 3% do capital, Leopoldino Fragoso do Nascimento deixa de ter qualquer ligação à Puma Energy. O valor do negócio não foi revelado. Com esta saída, a Trafigura passou a deter 96,6% das ações da Puma Energy. Já este mês, o general Dino tinha renunciado ao cargo de vice-presidente da mesa da assembleia-geral da Unitel, de forma a proteger a operadora de telecomunicações angolana dos efeitos adversos que resultam das sanções que lhe foram impostas pelos Estados Unidos. O general Dino controla 25% do capital da Unitel através da empresa Geni. Leopoldino Fragoso do Nascimento chegou mesmo a ser acionista da Trafigura, muitinacional com sede em Singapura que comprou a sua participação por 390 milhões de dólares. O negócio tornou-se público em setembro deste ano. Na altura, foi noticiado que o general possuía 15% da Trafigura, tendo apenas ficado com uma posição residual.
  • O Presidente de Angola João Lourenço encontrou-se nesta sexta-feira, 24, com o seu predecessor Eduardo dos Santos numa “visita de cortesia”, disse a Presidência em comunciado. Não foi revelada a duração do encontro nem os assuntos discutidos, mas a visita faz aumentar a epeculação de estar em curso uma tentativa de reconciliação entre os dois estadistas para garantir a unidade do partido, MPLA, durante a campanha eleitoral que se avizinha. Essas relações foram abaladas pelas acções judiciais contra os filhos do ex-Presidente, seus negócios e também de colaboradores próximos. O filho de José Eduardo dos Santos, José Filomeno dos Santos, viu recentemente confirmada a pena de prisão de cinco anos por envolvimento no desvio de centenas de milhões de dólares. A filha Isabel dos Santos vive no estrangeiro depois de ter sido acusada não só em Angola mas noutros países de envolvimento em corrupção, lesando o Estado em centenas de milhões de dólares, algo que ela nega. Outra filha, Tchizé dos Santos, escolheu também o exílio. Antigos colaboradores próximos de Santos, como os generais “Kopelipa” e ‘Dino” foram também alvo de acções por alegado envolvimento em negócios corruptos. Todas estas acções levarm alguns analistas e familiares de José Eduardo dos Santos a acusar o actual Presidente de perseguir a famíla do seu predecessor. Mas no início do mês, após a sua reeleição como presidente do MPLA, João Lourenço elogiou num discurso o papel de Santos na garantia da paz em Angola, fazendo pela primeira vez levantar especulação sobre uma possível reconciliação. “A paz foi conseguida pelos angolanos de uma forma geral, mas tinha que haver um líder”, disse João Lourenço. “Estou-me a referir ao camarada Presidente José Eduardo dos Santos”, acrescentou o dirigente angolano no meio de grandes aplausos dos militantes. José Eduardo dos Santos “enquanto chefe de Estado e comandante em chefe das Forças Armadas foi magnânimo e com esse seu comportamento garantiu que a paz alcançada em Abril de 2002 perdurasse até aos dias de hoje”, reiterou Lourenço na altura. A Presidência angolana disse no comunicado, em que revela a visita de hoje, que “o encontro foi um gesto dentro do espírito de celebração do Natal”. O ex-presidente ausentou-se de Angola em Abril de 2019, e ao longo dos dois últimos anos, tinha permanecido quase sempre em Barcelona. José Eduardo dos Santos regressou a Angola a 14 de Setembro deste ano, não se sabendo se tenciona regressar a Barcelona.

Prof.kiluangenyc@yahoo.com. RAU – Rádio Angola Unida -Uma rádio ao serviço dos angolanos, que não têm voz em defesa dos Direitos Humanos e Combate a Corrupção, em prol de um Estado Democrático e de Direito, apostando no Desenvolvimento sustentável e na dignidade do povo soberano de Angola.

Angola :estratégias de contratações simplificadas vs. jogo de rolagem de dados do Sr. Lourenço

Angola Transparency

Por Prof. N’gola Kiluange

Washington D.C —As estratégias de contratações simplificadas adoptadas por João Lourenço constituem uma ameaça à nossa convivência e paz social, fazem-no sentir senhor de  “costas largas”  em Washington D.C, Moscovo, Pequim e todos outros lugares por onde tem passado. Promovem constantemente o silêncio do pensar diferente, aumentam as perseguições politicamente motivadas, alimentam uma luta altamente seletiva contra a corrupção e enfraquecem ainda mais o nosso frágil e precário aparelho estatal nacional.

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Angola: simplified contracting strategies versus dice-rolling game of Mr. Lourenço

The simplified hiring strategies adopted by João Lourenço are a threat to our social coexistence and peace. As a result, he looks at Washington, D.C., Moscow, Beijing, and everywhere else he has been as if he has a “broad back.” Moreover, it constantly promotes the silence of different viewpoints, intensifies political persecution, and fuels an extremely selective attempt to fight corruption, further weakening our…

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Angola :estratégias de contratações simplificadas vs. jogo de rolagem de dados do Sr. Lourenço

Por Prof. N’gola Kiluange

Washington D.C —As estratégias de contratações simplificadas adoptadas por João Lourenço constituem uma ameaça à nossa convivência e paz social, fazem-no sentir senhor de  “costas largas”  em Washington D.C, Moscovo, Pequim e todos outros lugares por onde tem passado. Promovem constantemente o silêncio do pensar diferente, aumentam as perseguições politicamente motivadas, alimentam uma luta altamente seletiva contra a corrupção e enfraquecem ainda mais o nosso frágil e precário aparelho estatal nacional.

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Angola: simplified contracting strategies versus dice-rolling game of Mr. Lourenço

The simplified hiring strategies adopted by João Lourenço are a threat to our social coexistence and peace. As a result, he looks at Washington, D.C., Moscow, Beijing, and everywhere else he has been as if he has a “broad back.” Moreover, it constantly promotes the silence of different viewpoints, intensifies political persecution, and fuels an extremely selective attempt to fight corruption, further weakening our fragile national state apparatus.

Angola: sanções específicas e directas vs. testas-de-ferro interno e externo —activismo judicial

Angola Transparency

Como responsabilizar criminalmente os cidadãos cujas fotos são aqui partilhadas? O princípio de presunção de inocência,a priori, exige produção de evidências,provas e informações adequadas.

Mas, a verificação de dupla nacionalidade individuais e de seus familiares directos, testas-de-ferro, etc., incluindo a exigência de declaração de bens nos países anfitriões, poderá constituir um instrumento “complementar” em todo processo de responsabilização criminal.

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  • Angola: specific and direct sanctions vs. internal and external front men — judicial activism

How can citizens whose photos are shared here be criminally held accountable? A priori, presumption of innocence requires production of evidence, evidentiary support, and pertinent information.

Verifying dual nationality for individuals, their immediate family, front men, etc., as well as requiring a declaration of assets in host countries, may constitute a “complimentary” instrument in any criminal liability proceeding.

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