Angola: recurso de José Filomeno dos Santos “Zenu” à decisão do Tribunal Supremo vs. influência política

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https://www.blogtalkradio.com/profkiluangenyc/2021/12/03/angola-vendedores-do-mercado-informal-vs-receita-fiscal

Washington D.C – Rádio Angola Unida (RAU) – 243ª Edição do programa “7 dias de informação em Angola, apresentado no dia 2/12/, por Serafim de Oliveira com análises e comentários de Carlos Lopes:

  • A Associação Nacional dos Vendedores Ambulantes em Angola alerta para exclusão no Programa de Reconversão da Economia Informal (PREI), lançado pelo Governo semana passada, e diz que a falta de auscultação deixa milhares de associados sem conhecimentos sobre a essência da iniciativa. O lançamento deste programa, ocorrido numa praça da capital do país, coincidiu com dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) relativos ao terceiro trimestre de 2021, dando conta de que o sector formal absorve apenas 19% dos trabalhadores. De olhos no aumento da base tributária, o Governo vai ao encontro do informal, que representa mais de 60 por cento da economia, com a convicção de que os seus actores devem ser protegidos. Mas esta convicção, segundo o presidente da Associação dos Vendedores Ambulantes, José Cassema, pode esbarrar na falta de auscultação de parceiros e interação com as demais províncias. “Não sabemos que políticas o Estado tem para os ambulantes, deveria ter havido auscultação. Mas o problema é que as administrações em todo o país rejeitam cooperar, se isso continuar assim o programa não vai ter credibilidade”, critica Cassema, acrescentando que “o crédito não deve ser entregue na rua”. As zungueiras, como são conhecidas em Angola as vendedeiras ambulantes e que constituem uma das franjas desse movimento associativo, continuam votadas ao abandono, avisa o presidente. “A zungueira está numa situação difícil, de pobreza extrema, a carecer de acompanhamento dos gabinetes que velam pela reinserção social. Essa mamã que vende com apenas mil Kwanzas … às vezes tem cinco ou seis filhos”, justifica. Muitos analistas, em reacção a esta medida, que tem um apoio de 20 milhões de euros da União Europeia, sugeriram também a inclusão dos moto-taxistas. Ao falar de protecção, o ministro de Estado para a Coordenação Económica, Manuel Nunes Júnior, destacou a possibilidade de crédito bancário e a inserção no sistema de segurança social. “Há muitas pessoas envolvidas na economia informal, a produzir bens e serviços diariamente. As pessoas nesses negócios devem estar protegidas, ao avançarem para a formalização vão ter acesso a serviços que não teriam de outra forma”, refere o ministro de Estado.

  • O antigo presidente do Fundo de Soberano de Angola, José Filomeno dos Santos “Zenu”, vai recorrer da decisão do Tribunal Supremo (TS) que confirmou a sua condenação a cinco anos de cadeia pelos crimes de burla por defraudação, peculato e tráfico de influência. Jurista e cientista político consideram que essa decisão mostra que a justiça não está atrelada ao poder político. O plenário do TS decidiu manter a sentença contra o filho do antigo Presidente José Eduardo dos Santos, que havia recorrido da condenação, juntamente com mais três réus. Entretanto, o acórdão de 29 de Outubro mas só agora revelado não é de cumprimento obrigatório e os réus vão recorrer. O jurista Manuel Moreira Pinheiro lembra que “essa decisão ainda não transitou em julgado porque os réus vão interpor recursos de inconstitucionalidade e se eles recorrerem da inconstitucionalidade não vão ser recolhidos à cadeia”. Numa análise ao significado dessa decisão, Pinheiro entende que o sistema judicial vem mais uma vez mostrar que não está dependente dos desejos políticos. “Não podemos fazer colagem política, não podemos sempre pensar que há uma influência política, não acho que isso seja politicamente motivado”, afirma aquele advogado. No mesmo sentido, o analista político Olívio Kilumbo diz que a decisão vem mostrar que nem mesmo com a presença de José Eduardo dos Santos, o poder judicial deixou-se intimidar. “Fica provado que nem sempre ter um pai poderoso pode significar sair-se bem em determinadas situações”, sublinha. Para aquele especailsita, esta medida mostra também que o antigo presidente da República José Eduardo dos Santos “é muito forte que mesmo com estes ataques continua firme”. Não há qualquer informação sobre a data do recolhimento dos arguidos para as cadeias. O processo que envolve José Filomeno dos Santos “Zenu”, o ex-governador do Banco Nacional de Angola (BNA), Valter Filipe, o ex-funcionário sénior do BNA, Samalia Bule e o empresário Jorge Gaudens, foi julgado pelo Tribunal Supremo a 14 de Agosto de 2020.Os quatro arguidos foram condenados a penas de prisão entre cinco e oito anos, por crimes de burla por defraudação, peculato e tráfico de influências. O chamado “caso 500 milhões”, remonta ao ano de 2017, altura em que Jorge Gaudens Sebastião apresentou ao seu amigo de longa data, José Filomeno dos Santos, uma proposta de financiamento para a captação para o Estado angolano de 30 mil milhões de dólares.- As esperas sem fim por recursos permitem que conhecidas figuras angolanas continuem sem cumprir as penas a que foram condenados por crimes de corrupção peculato e outros. Com efeito figuras que pertenciam ao aparelho governativo angolano, apesar de terem sido julgadas e condenadas continuam em casa, por força do efeito suspensivo de recursos interpostos pelos seus defensores. Estes recursos estão a ser encarados por alguns analistas como expedientes, para que essas não permaneçam na cadeia. Conhecidas personalidades como Manuel Rabelais, antigo chefe do GRECIMA condenado a 14 anos de prisão, devido o recurso apresentado aguarda em casa em liberdade, José Filomeno dos Santos, filho do ex presidente Eduardo dos Santos condenado a 5 anos de prisão em Agosto do ano passado também se encontra em casa à espera da decisão do recurso. Valter Filipe, antigo homem forte do BNA condenado a oito anos de prisão, por burla e peculato, continua também, à espera em liberdade pela decisão do recurso. Escrivão José é jornalista e também jurista acredita que estes recursos são autênticos expedientes, para escamotear a justiça e dar a entender que a justiça do país funciona. “Em todo País as cadeias estão cheias de pessoas que roubaram galinhas estão presas, porquê que estes que até delapidaram o erário público, roubaram o país estão em liberdade mesmo tendo sido condenadas?”, interrogou. “Isto só mostra que a justiça angolana é de faz de conta, é um teatro autêntico, para mostrar à comunidade internacional que a justiça angolana está a trabalhar”, acrescentou Escrivão José para quem “há selecção de quem pode ficar na cadeia e quem não pode”. O jurista e deputado independente Leonel Gomes explica como funciona o mecanismo de apelação da nossa justiça afirmando que “há duas nuances de recursos, um com efeito devolutivo e outro com efeito suspensivo”. “O primeiro o réu continua na cadeia, após julgado, com o o recurso suspensivo, o réu espera a decisão, e se o juiz manter a decisão ou agravar o réu continua na cadeia preso, se o recurso for a favor o réu vai para casa definitivamente”, disse.

  • A oposição angolana considera que o Presidente da República foi politicamente correcto ao dizer que o país está a liderar melhor com as diferenças entre os diversos actores, mas que não foi sincero. Esta reacção surge às afirmações de João Lourenço na abertura da Bienal de Luanda, no sábado, 27. Na altura, o Chefe de Estado afirmou que o país está a “aprender a lidar cada vez melhor com as diferenças” de um contexto democrático que está em constante evolução. Lourenço disse esperar que o evento tenha um impacto “benéfico e duradouro”. “Definimos uma linha de conduta interna em que impusemos, a nós próprios, a cultura da paz e da tolerância a todos os níveis da sociedade angolana, para que fique definitivamente afastado da nossa realidade o espectro da guerra”, referiu. Entretanto, a UNITA, o maior partido da oposição, considera que o Presidente foi apenas politicamente correcto. “Ele diz que está a aprender a lidar com as diferenças quando não aceita críticas, o Presidente ao dizer aquilo quis ser apenas politicamente correcto, não gosta de ouvir verdades sobre a sua desgovernação, irrita-se com facilidade e rapidez com a crítica, ele não é um democrata convicto porque a democracia lhe foi imposta”, afirma a vice-presidente do grupo parlamentar da UNITA, Mihaela Webba. Por seu lado, o líder interino do grupo parlamentar da CASA-CE Makuta Nkondo, que esteve presente na Bienal e ouviu na primeira pessoa, diz não acreditar no que disse João Lourenço. “Se ele fosse lidar bem com a diferença democrática o projecto de Abel Chivukuvuku teria sido aceite pelo TC, se o país estivesse a aprender a lidar melhor com as diferenças ele não mandaria perseguir ACJ e a UNITA, não escolheria o adversário, para mim tudo que ele disse ali é uma mentira”, acusa aquele parlamentar.

  • “O grupo do chefe é aquele que mais é favorecido neste contexto, e isso existe”, afirma presidente do Bloco Democrático. O Presidente angolano está a adjudicar obras milionárias mediante um modelo que analistas e opositores associam à corrupção e falta de transparência, principalmente pela inexistência de informação sobre os valores movimentados em quase cinco anos de mandato. Trata-se da adjudicação directa, sem concurso público, a fórmula que proporcionou ao grupo Mitrelli 763 milhões de dólares norte-americanos para a construção de três centralidades. Responsável pela construção de cinco mil casas, no Bengo, Cunene e Cabinda, o grupo Mitrelli Angola é detido pela empresa Motophone (Distribuição de Telemóveis e Acessórios) e pela OFEK – Administração de Empresas, Lda. Nada que não tenha respaldo na Lei da Contratação Pública, tanto para este caso como para os milhares de contratos por ajuste directo, mas o presidente do Bloco Democrático, na oposição, Filomeno Vieira Lopes diz que a transferência do poder económico é susceptível à corrupção. “O grupo do chefe é aquele que mais é favorecido neste contexto, e isso existe. Para dar a ideia de que se combate a corrupção, combate-se um pouco o grupo anterior, para abrir campo ao novo”, salienta Vieira Lopes, acrescentando que “o próprio Executivo, que não cumpre regras, só faz falcatruas”. Presente num seminário sobre corrupção, uma recente iniciativa da Omunga que passou em revista precisamente a adjudicação de obras sem concurso, o consultor social João Misselo da Silva também revela que o modelo é adverso às reformas anunciadas pelo PR. “Se por um lado estamos a combater a corrupção, que desgraçou a economia, por outro temos um diploma legal que permite esses contratos”, critica aquele consultor, que, adverte que “se não tivermos o cuidado de observar princípios da boa governação, podemos ter resultados piores do que a gestão passada”.

Prof.kiluangenyc@yahoo.com. RAU – Rádio Angola Unida -Uma rádio ao serviço dos angolanos, que não têm voz em defesa dos Direitos Humanos e Combate a Corrupção, em prol de um Estado Democrático e de Direito, apostando no Desenvolvimento sustentável e na dignidade do povo soberano de Angola.

Angola: O Islamismo e as jogadas às escondidas com o poder instituído

Angola Transparency

*Bairro Hoji Ya Henda – Luanda -Video 11/26/21

Angola: O Islamismo e as jogadas às escondidas com o poder instituído

Por Prof.N’gola Kiluange

Washington D.C —Primeiro, infiltraram-se nas fileiras do partido governante, fingiram abraçar as regras do Estado laico,  para posteriormente se tornarem num semi-poder religioso não oficial .

Embora proibido pela constituição nacional, o “semi-estabelecimento” litúrgico de impulso islâmico aposta brincar às escondidas com o poder instituído. Está enraizado no tecido mais vulnerável da nossa sociedade.

No mercado formal, está no sector bancário, informático, bens imóveis, compras e alugueres de terras aráveis. Até certo ponto, já consegue ditar o paradigma do mercado informal, desde a venda de moeda estrangeira no mercado paralelo ao comércio dos produtos de consumo básico.

Qual é a sua percentagem demográfica e poder de votação?

Prof.N’gola Kiluange ( Serafim de Oliveira)

Washington D.C

Prof.kiluangenyc@yahoo.com

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Angola: Islamism and the hide-and-seek with the instituted…

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Angola: O Islamismo e as jogadas às escondidas com o poder instituído

*Bairro Hoji Ya Henda – Luanda -Video 11/26/21

Angola: O Islamismo e as jogadas às escondidas com o poder instituído

Por Prof.N’gola Kiluange

Washington D.C —Primeiro, infiltraram-se nas fileiras do partido governante, fingiram abraçar as regras do Estado laico,  para posteriormente se tornarem num semi-poder religioso não oficial .

Embora proibido pela constituição nacional, o  “semi-estabelecimento” litúrgico de impulso islâmico aposta brincar às escondidas com o poder instituído. Está enraizado no tecido mais vulnerável da nossa sociedade.

No mercado formal, está no sector bancário, informático, bens imóveis, compras e alugueres de terras aráveis. Até certo ponto, já consegue ditar o paradigma do mercado informal, desde a venda de moeda estrangeira no mercado paralelo ao comércio dos  produtos de consumo básico.

Qual é a sua percentagem demográfica e poder de votação?

 Prof.N’gola Kiluange ( Serafim de Oliveira)

Washington D.C 

Prof.kiluangenyc@yahoo.com

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Angola: Islamism and the hide-and-seek with the instituted power

 Washington D.C —To begin with, the group infiltrated the ranks of the ruling party, pretended to embrace the rules of the secular state, and later became an unofficial religious semi-power.

While prohibited by the national constitution, the liturgical “semi-establishment” of Islamic impulse plays hide and seek with the established powers.

It is rooted in the most vulnerable fabric of our society. It’s in banking, IT, real estate, and purchases and rentals of arable land on the formal market

. To some extent, it already manages to dictate the paradigm of the informal market, from the sale of foreign currency in the parallel market to the trade of essential consumer products. What are its demographic percentage and voting power?

Angola: interferência da Casa de Segurança do Presidente da República vs. brechas de desvio dos boletins de voto

Escute aqui: https://www.blogtalkradio.com/profkiluangenyc/2021/11/25/angola-inflao-em-angola-subiu-2687-em-outubro

Washington D.C – Rádio Angola Unida (RAU) – 242ª Edição do programa “7 dias de informação em Angola, apresentado no dia 11/25/2021, por Serafim de Oliveira com análises e comentários de Carlos Lopes:

  • O Presidente angolano, João Lourenço, promulgou esta terça-feira a legislação que altera a Lei Orgânica sobre as Eleições Gerais, na sequência da sua aprovação pela Assembleia Nacional, em segunda deliberação, segundo uma nota da sua Casa Civil. João Lourenço ignorou os apelos dos partidos da oposição que na semana passada criticaram a aprovação da lei no parlamento, apenas com votos favoráveis do MPLA (partido no poder), por considerarem “não garantir verdade eleitoral”. Para a oposição angolana, a lei aprovada “não garante lisura, transparência e verdade eleitoral”, segundo uma declaração conjunta subscrito pelos grupos parlamentares da UNITA, maior partido na oposição, da Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral (CASA-CE), deputados do Partido de Renovação Social (PRS), da Frente Nacional para a Libertação de Angola (FNLA) e não integrados em grupo parlamentar subscrevem a declaração conjunta. Para estes partidos, a lei, aprovada em segunda deliberação, “não garante uma transição pacífica e democrática do poder político entre os concorrentes, fomenta desconfiança e ameaça a estabilidade política” e “coloca em causa o respeito pela soberania do povo”. A lei foi aprovada na globalidade na quarta-feira passada com 127 votos a favor, do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA, no poder desde 1975), 47 contra e nenhuma abstenção.Os deputados da UNITA, CASA-CE, PRS, FNLA e independentes consideram também que a lei em causa “não é segura”, destacando que Angola, em 46 anos de independência, “ainda não mudou o partido que governa, não por vontade própria, mas por manipulação dessa vontade nas urnas, nos computadores e na Comissão Nacional Eleitoral” (CNE). “Na prática, é a Casa de Segurança do Presidente da República que controla a eleição, porque é ela que controla a CNE. E isto acontece, todos sabemos, porque se aproveitam as brechas da lei”, referem o subscritores. O MPLA defendeu o voto favorável, através do deputado, António Paulo afirmando que lei “demonstra que a classe política está comprometida” em aprofundar o Estado democrático e de direito, afirmando, no entanto, que o caminho a percorrer “ainda é longo”. Este projeto de lei regressou ao parlamento angolano, após João Lourenço solicitar a reapreciação de algumas das suas normas, nomeadamente as relativas à corrupção eleitoral e sobre a proibição de inaugurações de empreendimentos ou obras públicas em tempo de campanha eleitoral. A oposição angolana considerou também que ao invés de garantir o controlo da verdade eleitoral, como afirmou João Lourenço em carta dirigida ao parlamento, a Assembleia Nacional “vem facilitar o desvio dos boletins de votos”.
  • O grupo bracarense DST SGPS foi o único a apresentar proposta final à compra dos 71,73% da Efacec que estão nas mãos do Estado, dentro do prazo previsto, anunciou hoje a Parpública em comunicado. “A Parpública, SGPS, SA comunica que no âmbito do processo de reprivatização da participação social de 71,73% do capital social da Efacec — Power Solutions, SGPS, SA, no prazo estabelecido, recebeu uma proposta — ‘Best And Final Offer’, apresentada pelo investidor DST, SGPS, SA”, lê-se na mesma nota. No dia 02 de setembro, o Conselho de Ministros aprovou a terceira fase do processo de reprivatização da Efacec, tendo selecionado os dois investidores que apresentaram propostas vinculativas, ou seja, os grupos DST SGPS e Sing – Investimentos Globais, segundo um comunicado. “Foi aprovada a resolução que, sob proposta da Parpública, estabelece a realização de uma terceira fase de negociações do processo de alienação das ações da Efacec Power Solutions, SGPS, S. A. com vista à apresentação de propostas vinculativas melhoradas e finais”, adiantou o Governo, na mesma nota divulgada no final do Conselho de Ministros. Assim, “foram selecionados a participar nesta terceira fase os dois investidores que apresentaram propostas vinculativas”, sendo que “esta terceira e última fase faz parte de um processo de venda transparente, competitivo e concorrencial, que valoriza a mais-valia industrial, o conhecimento técnico e humano e a excelência da Efacec, bem como a sua contribuição para a economia nacional e, em particular, para o setor exportador português, salvaguardando, desta forma, o interesse público”, garantiu o executivo. O ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira revelou, poucos dias depois, que esperava que o processo de reprivatização da Efacec esteja concluído antes do final do ano. No dia 21 de julho, a Parpública anunciou que tinha recebido duas propostas no âmbito deste processo, da DST SGPS e da Sing – Investimentos Globais, de acordo com um comunicado publicado no ‘site’ do grupo. “No seguimento do Processo de Reprivatização de 71,73% do capital social da Efacec Power Solutions, SGPS, S. A., a Parpública – Participações Públicas (SGPS), S.A. informa que recebeu, no prazo estabelecido, ou seja, até às 13:00 do passado dia 19 de julho, duas propostas vinculativas por parte das entidades DST – SGPS, S. A. e Sing – Investimentos Globais, SGPS, S. A., as quais serão analisadas nos termos e para os efeitos do disposto na Resolução do Conselho de Ministros n.º 113/2020, de 21 de dezembro”, lê-se na mesma nota. Em 14 de maio tinha sido publicada em Diário da República uma resolução que selecionava cinco potenciais proponentes para apresentarem propostas não vinculativas: Chint Group Corporation, Dst, Elsewedy Electric Corporation, Iberdrola e Sing – Investimentos Globais, sendo que, destes, só dois apresentaram propostas vinculativas. Agora, só um avançou com proposta final. Em meados de 2020, antes de ser nacionalizada, a Efacec anunciou ter recebido “cerca de uma dezena” de propostas não vinculativas de grupos industriais e fundos de investimento, nacionais e internacionais, para comprar o capital de Isabel dos Santos na empresa. A aprovação em Conselho de Ministros do decreto de lei para nacionalizar 71,73% do capital social da Efacec decorreu da saída do capital de Isabel dos Santos, filha do ex-Presidente angolano José Eduardo dos Santos, na sequência do envolvimento no caso ‘Luanda Leaks’, no qual o Consórcio Internacional de Jornalismo de Investigação revelou mais de 715 mil ficheiros que detalham alegados esquemas financeiros da empresária. Há 1 ano em 19/11/2020, o Ministério Público (MP) está a investigar a empresa DST, com sede em Braga, devido a alegadas ilegalidades em contratos de empreitadas relacionadas com empresas municipais de água, nomeadamente em Gondomar. Nesse âmbito, a Polícia Judiciária (PJ) fez buscas na sede da empresa Criar Vantagens, uma sociedade de que faz parte a DST. Fonte ligada ao processo disse a O MINHO que em causa estão factos suscetíveis de indiciar crimes de corrupção passiva e ativa e de participação económica em negócio. Há um mês, a PJ esteve nas instalações da Criar Vantagens, empresa da qual José Teixeira, presidente do Conselho de Administração da DST, é gerente, no âmbito desta investigação que decorre no Departamento de Investigação e Ação Penal do Porto – Secção de Crime Económico-Financeiro e Crime Violento. Os inspetores apreenderam diversa documentação relacionada com contratos da Criar Vantagens e faturas emitidas em nome da Aquapor Serviços SA, entre 2011 e 2017. A Aquapor é uma das principais acionistas da Águas de Gondomar e teve José Teixeira como presidente do Conselho de Administração, entre 2009 e 2017. O MINHO sabe que as autoridades investigam suspeitas de que José Teixeira, em conluio com membros de outra empresa acionista da Águas de Gondomar, terá praticado diversas ilegalidades no âmbito de procedimentos de adjudicação de empreitadas entre os anos de 2011 e 2017. Na mira do MP está, sobretudo, um contrato entre a DST e a Câmara de Gondomar para a construção de um intercetor em Rio Tinto, uma empreitada a rondar os oito milhões de euros adjudicada ao grupo empresarial bracarense em 2016. Confrontada por O MINHO, a DST refere que, no referido período, “e até à presente data, apenas realizou uma obra contratada com a Câmara Municipal de Gondomar num procedimento em conjunto com as Águas do Porto”, designadamente o intercetor em Rio Tinto. “Esta obra foi objeto de um concurso internacional, ao qual, para além da dst, se apresentaram a concurso outras empresas de renome, nacionais e internacionais. No referido concurso, o critério de adjudicação foi exclusivamente o preço, conforme [se] pode verificar pelo Procedimento. A dst apresentou o melhor preço pelo que lhe foi adjudicada a obra”, realça a empresa. O Ministério Público (MP) está a investigar a empresa DST, com sede em Braga, devido a alegadas ilegalidades em contratos de empreitadas relacionadas com empresas municipais de água, nomeadamente em Gondomar. Nesse âmbito, a Polícia Judiciária (PJ) fez buscas na sede da empresa Criar Vantagens, uma sociedade de que faz parte a DST. Fonte ligada ao processo disse a O MINHO que em causa estão factos suscetíveis de indiciar crimes de corrupção passiva e ativa e de participação económica em negócio. Há um mês, a PJ esteve nas instalações da Criar Vantagens, empresa da qual José Teixeira, presidente do Conselho de Administração da DST, é gerente, no âmbito desta investigação que decorre no Departamento de Investigação e Ação Penal do Porto – Secção de Crime Económico-Financeiro e Crime Violento. O MINHO sabe que as autoridades investigam suspeitas de que José Teixeira, em conluio com membros de outra empresa acionista da Águas de Gondomar, terá praticado diversas ilegalidades no âmbito de procedimentos de adjudicação de empreitadas entre os anos de 2011 e 2017. Na mira do MP está, sobretudo, um contrato entre a DST e a Câmara de Gondomar para a construção de um intercetor em Rio Tinto, uma empreitada a rondar os oito milhões de euros adjudicada ao grupo empresarial bracarense em 2016. Confrontada por O MINHO, a DST refere que, no referido período, “e até à presente data, apenas realizou uma obra contratada com a Câmara Municipal de Gondomar num procedimento em conjunto com as Águas do Porto”, designadamente o intercetor em Rio Tinto. “Esta obra foi objeto de um concurso internacional, ao qual, para além da dst, se apresentaram a concurso outras empresas de renome, nacionais e internacionais. No referido concurso, o critério de adjudicação foi exclusivamente o preço, conforme [se] pode verificar pelo Procedimento. A dst apresentou o melhor preço pelo que lhe foi adjudicada a obra”, realça a empresa. A denúncia que o DCIAP está a investigar dá conta de que José Teixeira faria parte do conselho de administração de diversas empresas que detêm participações sociais de sociedades de abastecimento de água pública, para, de forma privilegiada, conseguir a adjudicação de concessões de obras públicas. Por seu turno, a DST garante que “o presidente do Conselho de Administração da dst não integra, nem nunca integrou o Conselho de Administração de nenhuma empresa de abastecimento de água que tivesse concessionado qualquer adjudicação de qualquer obra ao dstgroup”.
  • A consultora Oxford Economics Africa elevou hoje a previsão de inflação em Angola este ano para perto de 26%, antevendo ainda que no próximo ano a subida de preços registe uma subida menor que 20%. “Devido a uma taxa de inflação mais elevada que o previsto nos últimos meses, devemos aumentar a nossa previsão de inflação média em 2021 para perto de 26%, o que compara com a previsão atual de 25,2%”, lê-se num comentário à evolução dos preços em Angola em outubro, no qual lembram que a previsão para o aumento dos preços no próximo ano está nos 16,9%. “Esperamos que a correção no elevado preço global das matérias primas e o efeito base vão ajudar a moderar a inflação para um crescimento menor que 20% em 2022”, acrescentam os analistas na nota enviada aos clientes, e a que a Lusa teve acesso. A inflação em Angola subiu 26,87% em outubro deste ano face ao período homólogo de 2020, acelerando também 2,06% relativamente à variação registada em setembro, anunciou o Instituto Nacional de Estatística de Angola na quinta-feira passada. “A variação homóloga situa-se em 26,87%, registando um acréscimo de 2,53 pontos percentuais em relação à observada em igual período do ano anterior (outubro de 2020)”, lê-se na nota hoje divulgada, na qual se acrescenta que, “comparando a variação homóloga atual com a registada no mês anterior, verifica-se uma aceleração de 0,30 pontos percentuais”. No comentário hoje enviados aos clientes, a Oxford Economics Africa diz que “não houve alívio na subida dos preços dos alimentos, o que foi o principal motivo do aumento da inflação global durante o último ano” e aponta que “devido à forte dependência dos bens importados, os preços elevados ainda refletem o impacto da desvalorização aguda do kwanza no ano passado”.
  • As esperas sem fim por recursos permitem que conhecidas figuras angolanas continuem sem cumprir as penas a que foram condenados por crimes de corrupção peculato e outros. Com efeito figuras que pertenciam ao aparelho governativo angolano, apesar de terem sido julgadas e condenadas continuam em casa, por força do efeito suspensivo de recursos interpostos pelos seus defensores. Estes recursos estão a ser encarados por alguns analistas como expedientes, para que essas não permaneçam na cadeia. Conhecidas personalidades como Manuel Rabelais, antigo chefe do GRECIMA condenado a 14 anos de prisão, devido o recurso apresentado aguarda em casa em liberdade, José Filomeno dos Santos, filho do ex presidente Eduardo dos Santos condenado a 5 anos de prisão em Agosto do ano passado também se encontra em casa à espera da decisão do recurso. Valter Filipe, antigo homem forte do BNA condenado a oito anos de prisão, por burla e peculato, continua também, à espera em liberdade pela decisão do recurso. Escrivão José é jornalista e também jurista acredita que estes recursos são autênticos expedientes, para escamotear a justiça e dar a entender que a justiça do país funciona. “Em todo País as cadeias estão cheias de pessoas que roubaram galinhas estão presas, porquê que estes que até delapidaram o erário público, roubaram o país estão em liberdade mesmo tendo sido condenadas?”, interrogou. “Isto só mostra que a justiça angolana é de faz de conta, é um teatro autêntico, para mostrar à comunidade internacional que a justiça angolana está a trabalhar”, acrescentou Escrivão José para quem “há selecção de quem pode ficar na cadeia e quem não pode”. O jurista e deputado independente Leonel Gomes explica como funciona o mecanismo de apelação da nossa justiça afirmando que “há duas nuances de recursos, um com efeito devolutivo e outro com efeito suspensivo”. “O primeiro o réu continua na cadeia, após julgado, com o o recurso suspensivo, o réu espera a decisão, e se o juiz manter a decisão ou agravar o réu continua na cadeia preso, se o recurso for a favor o réu vai para casa definitivamente”, disse.
  • Decisão foi tomada por quase dois mil médicos, mas negociações com o Governo arrancam amanhã. O Sindicato Nacional dos Médicos (Sinmea) convocou uma greve geral em todas as unidades sanitárias de 6 a 10 de Dezembro para exigir aumentos salariais, melhoria das condições laborais e o re-enquadramento do médico Adriano Manuel, suspenso há 18 meses pelo Ministério da Saúde. Em conferência de imprensa nesta terça-feira, 23, o secretário-geral do Sinmea, Pedro da Rosa, disse que a decisão foi tomada no sábado, numa assembleia geral em que participaram cerca de 400 médicos de forma presencial e 1.500 por videoconferência. Entre as exigências dos médicos estão “melhores condições de trabalho, falta de material gastável, de medicamentos nas unidades hospitalares e o aumento da taxa de mortalidade de menores”, mas, segundo Rosa, há também uma “gritante falta de medicamentos essenciais para o combate às doenças endémicas como a malária, doenças diarreicas, doenças respiratórias, com destaque para a tuberculose”. “Se não houver uma rápida intervenção de quem nos dirige, será um caos. No pós-pandemia, o ocidente poderá abrir-se a migração. Não são poucos os médicos que desejam emigrar. Fica o alerta”, afirmou o secretário-geral do Sinmea, quem destacou haver muitos “médicos formados com o dinheiro do Estado no desemprego ou a prestar trabalhos como voluntários”. Um ponto importante da greve tem a ver com a suspensão do médico e presidente do sindicato, Adriano Manuel, há 18 meses. Também presente na conferência de imprensa, Manuel anunciou que o Governo mostrou-se disponível para “começar as negociações” já amanhã, 24. Durante a greve, estarão suspensas as actividades de enfermaria e consultas externas, mas os serviços mínimos nos bancos de urgência e cuidados intensivos estarão assegurados.

Prof.kiluangenyc@yahoo.com. RAU – Rádio Angola Unida -Uma rádio ao serviço dos angolanos, que não têm voz em defesa dos Direitos Humanos e Combate a Corrupção, em prol de um Estado Democrático e de Direito, apostando no Desenvolvimento sustentável e na dignidade do povo soberano de Angola.

Angola: Uma Sociedade Civil Proactiva,Ousada, Ponderada e  Disciplinada  —um Clamor Internacional!

Por Prof. N’gola Kiluange

Angola: Uma Sociedade Civil Proactiva,Ousada, Ponderada e  Disciplinada  —um clamor internacional!

Por Prof. N’gola Kiluange

Washington D.C —Imagine se Henrique de Carvalho Santos (“Onambwé”),João Rodrigues Lopes (“Ludy Kissassunda “) e tantas  outras figuras públicas da mesma classe não fossem assim tão poderosas — a tal ponto de cometerem crimes mais horrendos e ofensas à nossa integridade física e moral no 27 de Maio de 1977 e nos dias posteriores…e acabarem por ficar impunes.

  • Imaginem quantas almas — inocentes e indefesas — poderiam hoje estar em nossa companhia…
  • Imaginem o que seria de nós se a essa altura tivéssemos uma sociedade civil proactiva,ousada, ponderada, disciplinada,auto-suficiente,etc.

Resulta que volvidos 44 anos após essa longa tragédia sangrenta — hoje, ainda somos forçados a confrontar os nossos próprios demónios internos —como se tratasse de uma dívida moral a  estrutura repressiva, sob o controlo e direcção do partido no poder…

Tem assim a nossa sociedade civil,principalmente, a  nobre missão de partilhar com a comunidade internacional os constantes e  eventuais obstáculos e riscos de exercer os seus deveres cívicos,direitos de cidadania, humanos , e políticos fundamentais, etc., no nosso território nacional.

Alertá-la sobre os frequentes perigos à nossa convivência e paz social, resultantes das ações malignas e premeditadas conduzidas por altos funcionários públicos.Tem de ser uma iniciativa originária da sociedade civil para as suas congéneres africanas, europeias, americanas,principais organizações internacionais,etc.,alertando-os para os perigos associados ao frequente uso das nossas instituições estatais como palcos de crimes de colarinho branco e delitos graves ligados à criminalidade organizada.

Prof. N’gola Kiluange ( Serafim de Oliveira)

Washington D.C

Prof.kiluangenyc@angolatransparency

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Angola: A Proactive, Bold, Thoughtful and Disciplined Civil Society —an International Cry!

Imagine if Henrique de Carvalho Santos (“Onambwé”), João Rodrigues Lopes (“Ludy Kissassunda “) and so many other public figures of the same class had not too much power — to the point of committing more horrendous crimes and offenses to our physical and moral integrity on May 27, 1977, and in later days and ended up getting away with it.

Imagine how many souls — innocent and defenseless — could be in our company today.

Imagine what would become of us if, at that point, we had a proactive, bold, thoughtful, disciplined, and self-sufficient civil society.

It turns out that 44 years after that long bloody tragedy — today, we are still forced to confront our inner demons — as if it were a moral debt to the repressive structure, under the control and direction of the ruling party.

Thus, above all, our civil society has the noble mission of sharing with the international community the constant and possible obstacles and risks of exercising its civic duties, citizenship, human and fundamental political rights, and in our national territory.

We should make them aware of the constant threats to our socio-economic peace and coexistence, making them aware of malicious and premeditated acts committed by government officials. Therefore, it must be an original civil society initiative for African, European, and American partners, as well as international organizations. While at the same time alerting them to the dangers associated with the frequent use of our state institutions for white-collar crimes and serious offenses linked to organized crime.


State entities must be "on the front line" against corruption, considers  Minister of Interior - Ver Angola - Daily, the best of Angola

Norberto Garcia absolvido no caso "Burla Tailandesa"

Angola: Marginalização às Práticas de Participação Governativa Democrática da Nossa Juventude

Por Prof.N’gola Kiluange  

Washington D.C — Ao pretender nomear Carolina Cerqueira para o cargo de Vice-Presidente da República, se vence o próximo mandato, João Lourenço corre o risco de ser acusado de ter insaciáveis gostos por mediocridade, bisbilhotice, podridão espiritual,falta de valores éticos, íntegros,morais e espirituais,etc. 

Não faltará, por exemplo, quem tentará atribuir esses rasgos de personalidade à sua própria individualidade. 

Serviam para esse posto “pessoa” do calibre de Adão Francisco Correia de Almeida, Vera Esperança dos Santos Daves de Sousa,Dr. Carlos Teixeira (juiz conselheiro do Tribunal Constitucional),etc,etc,etc.  

Apostar em gente da laia de Carolina Cerqueira, Fernando da Piedade Dias dos Santos,etc., é um ato de má-fé e perpetuação da disfuncionalidade de todas nossas estruturas estatais — engendra aventurismo na nossa forma de governação!

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Angola: Marginalization of Our Youth in Democratic Governance Practices 

Washington D.C — In choosing to nominate Carolina Cerqueira for the position of Vice-President of the Republic, if he wins the next term, João Lourenço risks being accused of having insatiable tastes for mediocrity, gossip, spiritual rottenness, lack of ethical, upright, moral and spiritual, etc.

Some will attribute his individuality to these characteristics, for example.

The position would suit someone of the caliber of  Adão Francisco Correia de Almeida, Vera Esperança dos Santos Daves de Sousa, Dr. Carlos Teixeira (judge counselor of the Constitutional Court), etc.

Bets on people like Carolina Cerqueira, Fernando da Piedade Dias dos Santos, etc., are bad faith. It perpetuates the dysfunctionality of all our state structures and leads to adventurism in our government.

Prof.N’gola Kiluange ( Serafim de Oliveira)

Prof.kiluangenyc@yahoo.com

Washington D.C 

Angola: marginalização às práticas de participação governativa democrática da nossa juventude

Por Prof. N’gola Kiluange

Washington D.C — Ao pretender nomear Carolina Cerqueira para o cargo de Vice-Presidente da República, se vence o próximo mandato, João Lourenço corre o risco de ser acusado de ter insaciáveis gostos por mediocridade, bisbilhotice, podridão espiritual,falta de valores éticos, íntegros,morais e espirituais,etc.

Não faltará, por exemplo, quem tentará atribuir esses rasgos de personalidade à sua própria individualidade. 

Serviam para esse posto “pessoa” do calibre de Adão Francisco Correia de Almeida, Vera Esperança dos Santos Daves de Sousa,Dr. Carlos Teixeira (juiz conselheiro do Tribunal Constitucional),etc,etc,etc.  

Apostar em gente da laia de Carolina Cerqueira, Fernando da Piedade Dias dos Santos,etc., é um ato de má-fé e perpetuação da disfuncionalidade de todas nossas estruturas estatais e engendra aventurismo na nossa forma de governação.

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Angola: Marginalization of Our Youth in Democratic Governance Practices 

Washington D.C — In choosing to nominate Carolina Cerqueira for the position of Vice-President of the Republic, if he wins the next term, João Lourenço risks being accused of having insatiable tastes for mediocrity, gossip, spiritual rottenness, lack of ethical, upright, moral and spiritual, etc.

Some will attribute his individuality to these characteristics, for example.

The position would suit someone of the caliber of  Adão Francisco Correia de Almeida, Vera Esperança dos Santos Daves de Sousa, Dr. Carlos Teixeira (judge counselor of the Constitutional Court), etc.

Bets on people like Carolina Cerqueira, Fernando da Piedade Dias dos Santos, etc., are bad faith. It perpetuates the dysfunctionality of all our state structures and leads to adventurism in our government.

Prof.N’gola Kiluange ( Serafim de Oliveira)

Prof.kiluangenyc@yahoo.com

Washington D.C

Angola Transparency

Angola: Marginalização às Práticas de Participação Governativa Democrática da Nossa Juventude

Por Prof.N’gola Kiluange

Washington D.C — Ao pretender nomear Carolina Cerqueira para o cargo de Vice-Presidente da República, se vence o próximo mandato, João Lourenço corre o risco de ser acusado de ter insaciáveis gostos por mediocridade, bisbilhotice, podridão espiritual,falta de valores éticos, íntegros,morais e espirituais,etc.

Não faltará, por exemplo, quem tentará atribuir esses rasgos de personalidade à sua própria individualidade.

Serviam para esse posto “pessoa” do calibre de Adão Francisco Correia de Almeida, Vera Esperança dos Santos Daves de Sousa,Dr. Carlos Teixeira (juiz conselheiro do Tribunal Constitucional),etc,etc,etc.

Apostar em gente da laia de Carolina Cerqueira, Fernando da Piedade Dias dos Santos,etc., é um ato de má-fé e perpetuação da disfuncionalidade de todas nossas estruturas estatais e engendra aventurismo na nossa forma de governação.

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Angola: Marginalization of Our Youth in Democratic Governance Practices

Washington D.C — In…

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Angola: Marginalização às Práticas de Participação Governativa Democrática da Nossa Juventude

Por Prof.N’gola Kiluange  

Washington D.C — Ao pretender nomear Carolina Cerqueira para o cargo de Vice-Presidente da República, se vence o próximo mandato, João Lourenço corre o risco de ser acusado de ter insaciáveis gostos por mediocridade, bisbilhotice, podridão espiritual,falta de valores éticos, íntegros,morais e espirituais,etc. 

Não faltará, por exemplo, quem tentará atribuir esses rasgos de personalidade à sua própria individualidade. 

Serviam para esse posto “pessoa” do calibre de Adão Francisco Correia de Almeida, Vera Esperança dos Santos Daves de Sousa,Dr. Carlos Teixeira (juiz conselheiro do Tribunal Constitucional),etc,etc,etc.  

Apostar em gente da laia de Carolina Cerqueira, Fernando da Piedade Dias dos Santos,etc., é um ato de má-fé e perpetuação da disfuncionalidade de todas nossas estruturas estatais e engendra aventurismo na nossa forma de governação.

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Angola: Marginalization of Our Youth in Democratic Governance Practices 

Washington D.C — In choosing to nominate Carolina Cerqueira for the position of Vice-President of the Republic, if he wins the next term, João Lourenço risks being accused of having insatiable tastes for mediocrity, gossip, spiritual rottenness, lack of ethical, upright, moral and spiritual, etc.

Some will attribute his individuality to these characteristics, for example.

The position would suit someone of the caliber of  Adão Francisco Correia de Almeida, Vera Esperança dos Santos Daves de Sousa, Dr. Carlos Teixeira (judge counselor of the Constitutional Court), etc.

Bets on people like Carolina Cerqueira, Fernando da Piedade Dias dos Santos, etc., are bad faith. It perpetuates the dysfunctionality of all our state structures and leads to adventurism in our government.

Prof.N’gola Kiluange ( Serafim de Oliveira)

Prof.kiluangenyc@yahoo.com

Washington D.C 

Angola: inflação de 26.8%… continuação da subida do endividamento público e a saída do FMI — era uma ….

Escute aqui:

https://www.blogtalkradio.com/profkiluangenyc/2021/11/18/angola-pra-onde-ir-o-corte-das-regalias-de-titulares-de-cargos-polticos

Washington D.C – Rádio Angola Unida (RAU) – 241ª Edição do programa “7 dias de informação em Angola, apresentado no dia 11/184/2021, por Serafim de Oliveira com análises e comentários de Carlos Lopes:

  • Julgamento de oficiais da Casa de Segurança poderá revelar detalhes sobre como os acusados tiveram acesso a dezenas milhões de dólares encontrados em malas. Um dos maiores escândalos financeiros a abalar o Governo angolano poderá em breve ter o seu desfecho em tribunal com possíveis revelações sobre como um major da Casa de Segurança do Presidente tinha em seu poder dezenas de milhões de dólares quando foi preso no aeroporto de Luanda em Maio deste ano. O porta-voz da Procuradoria-Geral da República, Álvaro João, confirmou na manhã desta terça-feira, 16, à VOA a formalização da acusação do “Caso Lussaty”, cujo processo será agora remetido ao tribunal para julgamento. O major Pedro Lussaty foi preso no aeroporto com malas com 10 milhões de dólares e quantro milhões de Euros. Em consequência, o Presidente da República substituiu seis oficiais generais na Casa de Segurança da Presidência da República, e a Procuradoria-Geral da República (PGR) confirmou ter aberto um processo-crime contra oficiais das Forças Armadas Angolanas (FAA) afectos à Casa de Segurança. Uma semana depois, João Lourenço afastou também o ministro de Estado e Chefe da Casa de Segurança do Presidente da República, Pedro Sebastião. O porta-voz da PGR disse que o processo já foi formalmente terminado e “todos os acusados e seus advogados foram informados da acusação e posteriormente após algum formalismo legal o processo será submetido ao juízo para efeito de julgamento”. Álvaro João sublinhou que até a PGR remeter o processo ao tribunal serão necessários 10 dias. No total são 24 implicados. Pesam sobre os acusados, na sua maioria oficiais superiores, oficiais generais e civis, acusações de crimes de peculato, recebimento indevido de capitais, associação criminosa e branqueamento de capitais e podem ser condenados a penas de até 20 anos de prisão. O major Pedro Lussaty, principal figura deste processo foi detido no âmbito da “Operação Caranguejo”, levado a cabo pelo Serviço de Inteligência e Segurança do Estado (SINSE) dirigido pelo general Fernando Garcia Miala e no momento da operação foram apreendidos milhões de dólares, euros, kwanzas, carros de luxos e outros bens. Lussaty poderá servir de bode expiatório. O jornalista Ilídio Manuel considera que a ser levado à justiça Pedro Lussaty poderá ser o único a pagar pelos crimes dos verdadeiros implicados no roubo do dinheiro público por ser “o elo mais fraco na cadeia”. Aquele analista político também admite que, mesmo que venham a ser condenadas altas figuras das Forças Armadas e dos serviços de Inteligência Militar, estas poderão aguardar pelo recurso em segunda instância por “tempo indeterminado”. “O recurso das sentenças tem sido uma das formas de se fazer com que se evitemdeterminadas punições”, afirmou. Pedro Lussaty ,de 43 anos, na altura da detenção, estava ligado à área das Finanças da Banda Musical da Presidência da República.
  • O Governo angolano anunciou que vai continuar o corte nas regalias para titulares de cargos políticos e outros gestores públicos, numa decisão que alguns veem como manobra eleitoralista, mas que traz a público benefícios impensáveis para a população angolana. A ministra das Finanças, Vera Daves, afirmou que o Executivo não tem dinheiro para gastar com estas regalias que vão ser eliminadas no orçamento para 2022. Os cortes envolvem subsídios de manutenção de residências, suspensão de atribuição de veículos e apoio às residências de titulares de cargos políticos, magistrados e outros gestores públicos, suspensão de subsídio de instalação e de estímulo, redução do número de empregadas para os mesmos titulares e suspensão de atribuição de bilhetes de viagens destes titulares, incluindo deputados e cônjuges. Especialistas olham para estas medidas comal gum cepticismo. Eduardo Nkossi, especialista em finanças públicas, diz que estes cortes já deviam ter sido feitos há mais tempo, enquanto no que diz respeito à falta de dinheiro, o professor universitário coloca reticências. “Cortes em regalias são nromais que assim seja, mas a ministra tinha que se referir a outros gastos previstos neste ano eleitoral, que demonstram maior percentagem de gastos na perspectiva propagandística do partido no poder”, disse. Nkossi consideroupropósito que “é só ver o uso que se dá aos meios de comunicação social que são públicos em benefício do partido-Estado, são meios usados para propaganda eleitoral do partido governante”. Outro economista, David Kissadila, também entende que estas medidas pecam por ser tardias e por terem uma tendência eleitoralista. “Por isso vê-se agora a incidência na construção de hospitais, o problema das vacinas, processos de admissão de professores e médicos”, apontou. “É aí onde se nota que este Executivo só actua com propósitos eleitoralistas”, acrescentou Kissadila para quem “estes anúncios visam contentar as populações”. Aquele economista lembrou que as pessoas ligadas ao poder “sempre beneficiaram e ostentaram estas regalias em detrimento da população”
  • “Povo não come jardins”, diz habitante ao criticar planos de embelezamento da cidade. Empresários na cidade angolana do Soyo acusam o Governo de não lhes pagar o que deve, ao mesmo tempo que a situação económica nessa zona se deteriora com cidadãos a manifestarem desespero face aos problemas que têm que enfrentar para sobreviver. Os empresários dizem que responderam ao apelo do Executivo local para apoiar no combate à Covid 19, mas que a contrapartida do Estado tarda em chegar. Fotunato Isak, disse à VOA, que “os agentes económicos aqui choram com as dívidas do Estado que até agora não paga as suas hospedarias, hotéis que foram ocupados no quadro das quarentenas da Covid-19”. “Alguns até decidiram avançar com processos em tribunal contra as administrações, pelos seus espaços ocupados e até hoje não pagaram” acrescentou. Isaak disse ainda que a siuação económica para o cidadão comum se está deteriorar. “O dinheiro que dizem do programa Kwenda, nós aqui não vimos, também dizem que o preço da cesta básica baixou, tudo mentira, não baixou nada”, afirmou, acrescentando que “há total ausência do estado nesta transição da Covid-19, a situação aqui das populações vai agravando, o desemprego sempre em alta”. Hamilton Lemos, outro habitante da vil,a disse que “a saúde aqui é débil, a situação sócio económica das pessoas está doente. “O Soyo produz tanta riqueza mas o seu povo não vê nada”, lamentou Lemos para quem os programas de prevenção da Covid são uma lástima. No município com mais de 250 mil habitantes há um só posto de vacinação contra a Covid-19. “As pessoas das outras comunas têm de madrugar para conseguir uma vacina e ainda sofrem, são assaltadas pelos marginais, na quinta-feira aconteceu no meu bairro”, contou. Raúl Paulo, também residente no Soyo, afirmoun que as coisas se agravaram desde que começou a pandemia, em Março do ano passado, alguns que sobreviviam antes das suas lavras, agora nem isso podem mais.”As pessoas aqui ficam em jejum dias e dias por não terem uns cem kwanzas para comer,” disse.“Aqueles que viviam da agricultura nas suas lavras, o Executivo ocupou estas lavras para colocar os seus projectos, a população aqui ficou numa miséria extrema”, afirmou Paulo para quem “o Governo aqui só se ocupa em arranjar a cidade com jardins, etc., mas o povo não come jardim, o povo quer saúde, o povo precisa de emprego, pelo menos um mínimo para sobreviver”
  • Oito meses após ter sido reinaugurada pelo Presidente angolano João Lourenço os 130 trabalhadores da fábrica têxtil de Benguela dizem que náo recebem salários há vários meses e que a produção está paralizada devido à falta de algodão. Os seguranças, sem salários há sete meses, são os mais prejudicados, ao passo que o pessoal técnico reclama dois, três e quatro meses de salários em atraso. Em nome do colectivo, o sindicalista Waldemar António diz que a nova gestora da fábrica, a empresa Baobab, do Zimbabwe, vem dando sinais de falta de credibilidade. “Nós estamos paralisados há um mês, primeiro porque não pagam, é irregular, e também por causa da situação contratual”, disse afirmando que “até agora não temos contracto de trabalho, e em reuniões com a direcção, assim que chegaram, muitos disseram que a Baobab entrou num concurso público às escuras”. “Isto assim é complicado para uma empresa nova, que quer crescer”, acrescentou. O coordenador técnico e chefe da produção, João David, diz que não entra em detalhes sobre a situação da empresa, mas salienta que os salários e a falta de algodão devem ser resolvidos nos próximos dias. “Sou apenas coordenador e supervisor da área técnica. As respostas devem ser dadas pelo Conselho de Administração, são razões administrativas que provocam atrasos”, disse o responsável. Nos termos do contrato de gestão, a Baobab vai gerir a antiga África Têxtil durante 12 anos, produzindo algodão em Angola, devendo posteriormente adquirir a unidade. Com capacidade instalada para produzir milhares de toneladas de bens têxteis, como tecidos, fios de algodão e toalhas, fruto de um financiamento de 480 milhões de dólares americanos, a fábrica tem planos chegar aos 1200 funcionários.

Prof.kiluangenyc@yahoo.com. RAU – Rádio Angola Unida -Uma rádio ao serviço dos angolanos, que não têm voz em defesa dos Direitos Humanos e Combate a Corrupção, em prol de um Estado Democrático e de Direito, apostando no Desenvolvimento sustentável e na dignidade do povo soberano de Angola. Os programas da Rádio Angola Unida (RAU) são apresentados e produzidos em Washington D.C.

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