Angola: Cabe-nos a nós perguntar ao governo americano com quem gostaria de ter um “diálogo estratégico e a cooperação contínua” – com uma Angola democrática de credíveis estruturas jurídicas ou um governo que afirma ser democrático?

Angola: Cabe-nos a nós perguntar ao governo americano com quem gostaria de ter um  “diálogo estratégico e a cooperação contínua” – com uma Angola democrática de credíveis estruturas jurídicas ou um governo que afirma ser democrático?

Por Prof.N’gola Kiluange 

Washington D.C- Pergunta: será que a história se repete? No tempo da guerra fria o território angolano foi palco de confrontos económico, político, militar e ideológico, etc. entre as duas maiores potências na altura: USA vs. URSS, ou melhor ainda – bloco ocidental vs. bloco comunista). 

Aqui se conduziram sangrentas guerras por procuração neste período de tempo – omitir essa verdade é tanta falta de honestidade moral e uma autêntica ofensa à nossa integridade cívica e espiritual.

Hoje, o cenário mudou completamente: o acesso às nossas riquezas transforma-nos, principalmente, num campo de competição aberta e frontal entre os Estados Unidos, China e a Rússia,etc.

Daí a razão da existência de duas alas no seio do partido governante: a ala pro-ocidental versus a ala pro-China e a Rússia.

Temos assim a nobre missão de perguntarmos ao governo americano com quem realmente gostariam de ter um “diálogo estratégico e a cooperação contínua” — com uma Angola democrática com credíveis estruturas jurídicas ou um que afirma ser democrático?

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Angola: It is up to us to ask the American government with whom it would like to have a “strategic dialogue and continuous cooperation” – a democratic Angola with reasonable legal structures or a government that poses as democratic?

Is history repeating itself? In the Cold War, the Angolan territory was the scene of economic, political, military, and ideological conflicts between two of the most influential powers: the USA and the USSR (or better yet, the western block versus the communist block). 

In this period, we have been witness to bloody proxy wars – to ignore this fact is both morally bankrupt and a real offense against both our civics and spiritual integrity.

Nowadays, the scenario has completely changed: access to our wealth transforms us, mainly, into a frontal and open field of competition between the United States, China, and Russia, etc.

In other words, there are two wings in the ruling party: a pro-Western wing and a pro-China and Russian wing.

We have this noble mission of asking the American government with whom it would like a “strategic dialogue and continuous cooperation” – a democratic Angola with reasonable legal structures or a government that poses as democratic?

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Washington D.C 

Prof.N’gola Kiluange (Serafim de Oliveira) 

Prof.kiluangenyc@yahoo.com

Author: angolatransparency

-Impulsionar os cidadãos angolanos a questionarem como o erário público é gerido e terem a capacidade de responsabilizar os seus maus gestores de acordo com os princípios estabelecidos na Constituição da República --Boost the Angolan citizens to question how the public money is managed and have the ability to blame their bad managers in accordance with the principles laid down in the Constitution of the Republic-------------- Prof. N'gola Kiluange (Serafim de Oliveira)

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