Angola: era uma vez o relacionamento do FMI e a política de contenção em Angola!

images_cms-image-000017005 (1)Rádio Angola Unida (RAU) – 129ª Edição do programa “7 dias de informação em Angola”,apresentado no dia 06/13/30/19 por Serafim de Oliveira com análises e comentários de Carlos Lopes:
– A estratégia para o processo eleitoral das eleições autárquicas previstas para 2020 e o alargamento do Comité Central marcam, sábado, os trabalhos do 7.º Congresso Extraordinário do MPLA. O alargamento do Comité Central do partido, em que existem 134 candidatos para se juntarem aos 363 membros atuais.

– Os países africanos lusófonos conseguiriam atrair “muitos investimentos industriais de grande dimensão” se assegurassem o acesso universal e o fornecimento fiável de energia. Parte-se de um cenário de acesso à energia tão baixo como na Guiné-Bissau 13%, Moçambique 29% e Angola 35%. São estes os países em que o cenário é mais preocupante e que em conjunto somam 40 milhões de habitantes que não têm acesso a electricidade.

– No ranking elaborado pelo Instituto para a Economia e Paz de Sydney (GPI, na sigla inglesa), Angola está na 77.ª posição entre 163 países.

– O Fundo Monetário Internacional (FMI) completou na quarta-feira a primeira revisão da aplicação do programa de reformas acordado com o Governo de Angola e aprovou um novo financiamento de 248,15 milhões de dólares. Com este financiamento, anunciado pelo Fundo no seu sítio na internet, sobe para 1,24 mil milhões de dólares o total concedido pelo FMI ao abrigo deste acordo. O FMI aprovou um acordo de três anos em 07 de dezembro de 2018, no montante de 3,7 mil milhões de dólares.

 

Escute aqui:

http://www.blogtalkradio.com/profkiluangenyc/2019/06/14/angola-7-congresso-extraordinrio-do-mpla-vs-dvida-chinesa

Author: angolatransparency

-Impulsionar os cidadãos angolanos a questionarem como o erário público é gerido e terem a capacidade de responsabilizar os seus maus gestores de acordo com os princípios estabelecidos na Constituição da República --Boost the Angolan citizens to question how the public money is managed and have the ability to blame their bad managers in accordance with the principles laid down in the Constitution of the Republic-------------- Prof. N'gola Kiluange (Serafim de Oliveira)

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